sexta-feira, 29 de março de 2013

A Condessa Sangrenta

A Condessa Sangrenta


A Condessa Elizabeth Bathory (Erzsebet Báthory, do original), menina batuta, cresceu como uma das personalidades mais loucas do mundo, tão louca que recebeu o apelido carinhoso de " A Condessa de Sangue ou Condessa Sangrenta".

Nascida em 1560, de famílias aristocráticas da Hungria,  cresceu numa época em que as forças turcas conquistaram a maior parte do território Húngaro, sendo campo de batalhas entre Turquia e Áustria. Vários autores consideram esse o grande motivo de todo o seu sadismo, já que conviveu com todo o tipo de atrocidades quando criança, vendo inclusive suas irmãs sendo violentadas e mortas por rebeldes em um ataque ao seu castelo. Como se  já não fosse traumático o ambiente onde vivia a pequena e doce Elizabeth sofria do doenças repentinas e epilepsia acompanhadas de um comportamento de ira incontrolável. 
Apesar destes problemas era uma menina extremamente inteligente para sua época, e era poliglota, tendo fluência em Húngaro, Alemão e Latim. E por mais que tivesses prazeres sanguinários, o pior é que ela estava em plenas faculdades mentais.

Bonita, inteligente, noiva do Conde Ferenc Nadasdy, resolveu pular a cerca e engravidou de um camponês, fugiu por uns tempos para disfarçar e não por em risco o casamento; que ocorreu em maio de 1575. Seu marido era um oficial do exército que, dentre os turcos, ganhou fama de ser cruel. Quando não estava no campo de batalha, ensinava a sua querida esposa a cuidar dos seus criados indisciplinados, mesmo sem saber que estava tentando ensinar ao diabo como fazer as pessoas sentirem dor.


Elizabeth quando adulta era uma das mais belas aristocratas da época, cuja beleza lhe fazia acima de qualquer suspeita de que ela possuía um mórbido prazer em ver o sofrimento alheio. Mesmo numa época em que os castigos eram comuns para os serventes, as torturas da Elizabeth tinham potencial para ganhar uma estrela da fama no inferno. Era tão prazeroso as suas torturas que ela não se contentava com a punição dos que não cumpriam as regras, e procurava ou inventava motivos para começar uma nova tortura, sendo capaz de causar a desaprovação geral da sociedade contemporânea. Elizabeth enfiava agulhas embaixo das unhas de seus criados. Certa vez, num acesso de raiva, chegou a abrir a mandíbula de uma serva até que os cantos da boca se rasgassem. Ganhou a fama de ser "vampira" por morder e dilacerar a carne de suas criadas. Há relatos de que numa certa ocasião, uma de suas criadas puxou seu cabelo acidentalmente aos escová-los. Tomada por uma ira incontrolável, Bathory a espancou até a morte. Dessa forma, ao espirrar o sangue em sua mão, se encantou em vê-lo clarear sua pele depois de seco. Daí vem a lenda de que a Condessa se banhava em sangue para permanecer jovem eternamente.

Por volta de 1585, Elizabeth deu à luz uma menina que chamou de Anna, nove anos depois, deu à luz a Ursula e Katherina, e em 1598, nasceu o seu primeiro filho, Paul. Tirando o fato de ser maníaca sanguinária, Elizabeth era uma boa mãe e  esposa, a  julgar pelas cartas enviadas pelos seus parentes, o que era de se esperar já que os criados na sociedade da época eram tratador de forma diferente da família.

Em 1604 Elizabeth fica viúva e muda-se para Viena, onde seus atos de crueldade ficam piores e mais indiscretos. Em sua solidão Elizabeth encontrar logo uma nova companhia, Anna Darvulia, que lhe ensinou novas técnicas de torturas e se tornou ativa nos sádicos banhos de sangue. Durante o inverno, a Condessa jogava suas criadas na neve e as banhava com água fria, congelando-as até a morte. E no verão não era muito diferente, deixava a vítima amarrada banhada em mel, para os insetos devorarem-na viva. Marcava as criadas mais indisciplinadas com ferro quente no rosto ou em lugares sensíveis, e chegou a incendiar os pelos pubianos de algumas delas. Em seu porão, mandou fazer uma jaula onde a vítima fosse torturada pouco a pouco, erguendo-a de encontro a estacas afiadas. Gostava dos gritos de desespero e sentia mais prazer quando o sangue banhava todo seu rosto e roupas, tendo que ir limpar-se para continuar o ato.

Quando Darvulia adoeceu, Isabel se voltou para Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino. Majorova parece ter sido responsável pelo declínio mental final de Isabel, ao encorajá-la a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas às quais bebia o sangue. Em virtude de estar tendo dificuldade para arregimentar mais jovens como servas à medida que os rumores sobre suas atividades se espalhavam pelas redondezas, Erzsébet seguiu os conselhos de Majorova. Em 1609, ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio. Além disso, começou a cometer alguns deslizes, tais como deixar corpos aos arredores de sua moradia, chamando atenção dos moradores e autoridades.


Em 1610, com a frequência de suas torturas e deslizes, foi alvo de investigação, e assim abrindo uma ótima para a Coroa que, mantinha os olhos em suas terras já que seu finado marido tinha uma série de dividas com a mesma.  Em Dezembro de 1610 foi julgada e presa. E em janeiro de 1611 foi apresentada uma nova prova, um diário de anotações escritas por Elizabeth, onde listava nada mais nada menos que 650 vítimas aproximadamente. Assim foi condenada a prisão perpétua numa torre do seu próprio castelo onde não havia portas e janelas a não ser um espaço para entrada de ar e comida. Seus cúmplices foram condenados a morte.
Ficou presa até sua morte em 21 de agosto de 1614. Foi sepultada nas terras de Bathory, em Ecsed. O seu corpo deveria ter sido enterrado na igreja da cidade de Csejthe, mas os habitantes acharam repugnante a idéia de ter a "Infame Senhora" sepultada na cidade.
Até hoje, o nome Erzsebet Báthory é sinônimo de beleza e maldade para os povos de toda a Europa.




Fontes:






Novidades!



A partir de segunda-feira dia 01 de abril, estaremos abrindo uma nova sessão no blog, esta sessão tratará de falar sobre as criaturas sobrenaturais que assombram o mundo! Então convido todos para essa estréia.


Gente não esquecer dos comentários e das enquete, que são importantíssimas para nós sabermos o que vocês gostam de ver por aqui! ok ?


abraçaeew galeree

sábado, 16 de março de 2013

Mudanças!



Boa noite galera leitora do King Box, gostaria de lembrar a vocês que o temos a intensão de melhorar o conteúdo que apresentamos para vocês que fazem parte de nosso blog, pensando nisso disponibilizamos a dois dias atrás uma enquete para que seja colocado em evidência os assuntos fazem a cabeça de vocês.


Sozinho!

Sozinho

 Por algum motivo, essa noite não lembro a hora que eu deitei em minha cama, só lembro-me de ter fechado os olhos no meu sofá e ter acordado nos limites de uma cidade desconhecida, eu olhei a estrada e a única ponte de acesso a cidade havia caído no misterioso lago de águas escuras como a noite, o céu estava nublado e fazia muito frio, comecei a caminhar tentando achar alguém que me ajudasse... Entrei em um banheiro publico e encontrei uma placa na parede escrita "SAIA DA CIDADE AGORA!" não entendi muito bem o porquê dessa placa, todos os boxes do banheiro estavam com a porta quebrada... Há não ser uma porta que estava um pouco aberta e entrei lá com toda coragem, e só havia outra placa escrita "MUITO CUIDADO COM ESSA CIDADE AMALDIÇOADA" comecei a me preocupar... Virei-me rapidamente pra sair de lá, e vi algo que me intrigou colado na parte de trás da porta do banheiro... Uma foice... Eu a peguei-a e sair correndo do banheiro, nesse lugar tinha uma paisagem linda do lago... Quase que hipnotizante, e a minha esquerda havia uma enorme estrada de terra, comecei a correr por ela, corri como nunca antes e por causa do mal tempo não estava enxergando muito bem o que estava à minha frente, mas no meio de tantas arvores e pela névoa surgiram vários prédios no meio de um deles havia um beco escuro. Era minha única saída... Estava muito escuro eu não enxergava nada, mas vi um brilhozinho entre os canos era um isqueiro... Quando o acendi vi uma escada de descer enorme começou a descer aquela escada que parecia não ter fim quando escutei algo perturbador, uma sirene daquelas de ambulância era ensurdecedor, meu isqueiro apagou e ascendeu de repente, o lugar todo estava mudado havia sangue nas paredes, corpos pendurados no teto, o fedor estava insuportável àquele era o cheiro da morte... Continuei pelo corredor até achar uma porta, o barulho de metal arrastando estava muito alto abrir a porta e pensei "o que mais de ruim poderia acontecer?" Vi uma luz através de uma porta, quando a abrir vi que era pro "nada" não tinha nada do outro lado, fechei a porta... Eu estava tremendo e suando frio, vi outra porta segurei a foice com força e abrir a porta rapidamente, não tinha nada de mais lá só uma escada... Descendo... Desci a escada e vi outro corredor, passei por lá com a maior cautela e no final havia uma luz, eu abrir um sorriso e subi as escadas correndo, e já abrindo a porta sem nem querer saber o que tinha lá eu estava de volta às ruas, a minha direita tinha um condomínio, entrei lá e fui pra recepção e li duas placas "você precisa de uma chave?" Havia uma chave presa na placa, mas de que quarto era a droga dessa chave? Mas minha resposta estava na outra placa "405-C" comecei a procurar esse quarto talvez minha liberdade estivesse lá... Achei no bloco C quarto 405 entrei nesse bendito quarto, e não tinha nada só um buraco e uma placa escrito "pule" eu achei aquilo loucura eu não iria pular em buraco sem fim... Quando de repente sinto algo rasgando minhas costas eu gritei bem algo sentir como se tivessem queimando minhas costas, cai no buraco e acordei com muita dor e mancando... A queda foi feia, agarrei a foice e ouvi novamente aquela sirene, tudo foi pra merda novamente, comecei a ir mancando e gemendo de dor até que encontrei uma porta dupla, a abrir e vi algo que me intrigou um vaso com uma flor roxa, que brilhava intensamente... O que havia em volta dela estava normal e não corrompido como o resto do prédio, vi outra porta e a atravessei e pulou um monstro na minha frente, ele me cortou no peito com uma faca, e eu não tive receio e cravei a foice no peito dele, e sai correndo muito devagar por causa dos ferimentos, passei por uma enorme ponte e o bicho ainda estava atrás de mim, eu passei por uma porta e a tranquei nesse momento eu estava num quarto de um menino, com um quadro de vários corpos pendurados era muito macabro aquilo tudo, mas algo me chamou a atenção havia uma placa na parece escrito "diga em voz alta TENEBRIS ABIRE" não hesitei afinal eu estava machucado e indefeso, quando eu disse aquilo tudo voltou ao normal e o quadro na parede se tornou um inocente desenho de criança, eu sai dali mancando ainda e notei que eu estava numa casa, no fim do corredor tinha uma porta, e uma placa colada nela "depois daqui já não há mais volta" eu ignorei e abrir a porta, era tudo branco a porta pela qual eu passei havia sumido eu estava em nenhum lugar... La só tinha uma placa e um buraco... Na placa estava escrito "morte e sua saída agora" o homem que tinha escrito todas as placas me ajudando, estava pedindo pra eu me matar naquele momento? Eu disse "foda-se, não tenho nada a perder" e pulei no buraco, tudo havia ficado branco... Eu morri... Mas acordei rapidamente na minha cama, e gritei "ahh!!foi tudo um sonho?" Claro que foi um sonho levantei com sede, e fui beber agua na cozinha, mas algo fez eu derrubar a garrafa de agua, fez eu tremer na base era um quadro com o condomínio maldito, escrito com sangue "volte sempre" eu corri para a o banheiro, e tirei a camisa, e me olhei no espelho...estava lá, os cortes que eu havia levado nas costas e no peito...fiquei em choque com aquilo "tudo aquilo não foi um sonho..."

Eae! Espero que tenham gostado do post, foi feito pelo nosso leitor Caio Murilo obrigado Caio por ter nos mandado essa historia, em tão até o proximo post fuiii...

Damn Circus!


                                                        damn circus

Quando eu era pequeno, sempre tive vontade de ir ao circo, mas nunca tive essa chance, por que na minha cidade não tinha é nem passavam, mais quando eu fiquei adolescente, até que simplesmente, um circo estranho, caindo aos pedaços vem fazer uma apresentação na cidade, o estranho e que como aquele circo se mantinha em ``Pé”, eu nunca fui a um circo, mais eu via pela televisão, que eles eram grandes, bonitos é coloridos, já esse em volta dele eu sentia , que ele tinha alguma coisa a mas como se ele guarda-se um segredo maligno, mais o que seria esse segredo?

Até que chegou o dia da apresentação do circo, a cidade onde eu morava era pequena e tinha um população pequena, mas ou menos  cinco mil habitantes, 25% da população comprou o ingresso, é eu fui um dos 25%, era segunda- feira  dia 1 de agosto de 1999, começou a apresentação do circo, primeiro apareceu  alguns palhaços até ai tudo normal, quando eu consegui ver que um dos palhaços estava sangrando, acho que só eu conseguia ver, ou talvez era só maquiagem...

Estava perto de acabar a apresentação, só que uma coisa me chamou a atenção, não apareceu nenhum apresentador do circo, pedindo obrigado nada disso, só apareceu os palhaços e alguns malabaristas muito estranhos, em tão quando acabou o show (Risos,Risos), esperei todos saírem acho que já era meia noite, se não me engano. Eu vi os palhaços e malabaristas entrarem em uma tenda muito estranha, consegui  me esconder e ouvir o que eles estavam falando, também consegui ver, um velho gordo, falando besteiras, falando...
Velho Gordo: O Ritual vai estar pronto, em algumas horas tragam-me , uma garota ou garoto virgem, talvez com ela ou ele  não voltaremos a ser aquilo...
Malabarista: mais senhor DraksWood,  o que o senhor vai fazer com a garota ou garoto?
Velho Gordo: Vocês vão ver, na hora certa e no horário certo...
A partir dali eu já estava achando que eles eram loucos, mas... Que ritual seria esse? Eu esperei um pouco mais, já tinha passado da meia noite, até que chegou um dos malabaristas segurando uma garota, ela estava inconsciente eles levaram ela até um dos caminhões, eu consegui entrar antes que a porta se fecha-se...

Aquele caminhão... Não sei o que dizer, ele parecia um açougue, corpos pendurados por ganchos que pareciam bem afiados, eu andei devagar para que não me notassem, talvez eu conseguisse ajudar a garota, só me resta tentar...

Eu consegui achar, uma pistola não sei atirar, mas possa ser-me útil logo, logo, eles deixarão ela em cima de uma mesa, prenderão ela na mesa com correntes, aquele velho gordo acho que o nome dele é DraksWood, pelo que o malabarista falou, ele pegou um faca ele tentou esfaquear a menina, mais eu consegui  impedi-lo  atirando para cima com a arma, que eu achei no chão do caminhão mesmo não sabendo, o motivo de ela estar ali...

O velho Gordo se assustou e se escondeu atrás dos capangas, eu não vi um deles estava atrás de min, e me deu um pancada na cabeça..

Acordei com a cabeça doendo latejando em dor, eu estava pendurado preso em uma corda, eu vi a menina estava morta, acho que eu também vou morrer, mais tenho que tentar sair  desse lugar pelo menos, consegui me soltar da corda, mais me cortei quando cai estava escuro acho que em algum quarto, consegui achar a porta de tanto empurrar a porta consegui abri-la, consegui fugir daquele lugar miserável, talvez não , mais vou continuar a sobreviver a esses monstros talvez eu já esteja morto, ou não pesadelo ou realidade, nenhum dos dois me agrada.

Em tão eu acordei...

Eae! Espero que gostaram desse post, foi feito por min Victor serio '-', em tão até o proximo post comentem se gostam, sua opnião e muito importante. Fuiii

quinta-feira, 14 de março de 2013

Medo


Medo


Um dia desses andando, pela rua passei, por um prédio abandonado, escuro, janelas quebradas, fazendo com que parecesse, um castelo mal assombrado, mas oque mais me chamava atenção era que, toda vez que eu olhava para o prédio, eu sentia que tinha alguém me observando por ele.

Mas por que eu achava isso? Eu não sei dizer, tudo que eu sei, e que eu tinha medo de saber, mas o que teria nesse prédio que me faz sentir isso? Eu também não sei. Até que eu tive coragem de entrar nele, levei tudo que eu podia precisar celular, lanterna, entre outras coisas.

Entrei no prédio, por uma janela quebrada  creio que fosse do primeiro andar, o estranho era que não tinha nenhum mendigo, que normalmente usam esses lugares “ abandonados”, como refugio ou como lar mesmo, imaginei que tira pelo menos alguns guardas vigiando o lugar, pelo menos, pensei errado.

Talvez tudo que eu vi no prédio, possa ser paranoia da minha cabeça, ou não talvez  fosse a realidade, que não vemos .Creio que eu cheguei no centro do prédio, eu já estava perdido não sabia a onde mas ir, até dentro do prédio eu sentia que estava sendo observado, mas desta vez eu tinha certeza alguém estava me observando, eu vi , eu vi , aqueles olhos  azuis, parecendo um anjo,  só que sem asas angelicais, a face toda  dilacerada, como se fosse ele mesmo que tivesse feito isso nele, eu tentei  fugir dele , mas o prédio parecia mais um labirinto, até que começou a aparecer aqueles corpos, com as tripas os órgãos todos para fora, talvez eu não fosse o único que tivesse  ido nesse lugar medonho,  talvez ele escolhesse as pessoas, que ele quer matar ou comer oque quer se seja que ele faça, eu não quero mais estar aqui para saber.

Eu não sei oque fazer, ele me persegue mas não faz nada, talvez ele tenha medo de min ou talvez ele quer que eu pense isso, será?. Agora tudo mudou ele parou de me seguir, mas eu sinto que ele esta perto, mas onde? De onde vêm essas sombras, parem de me atormentar.
O que é ser esse Ser que apareceu agora? , talvez seja o verdadeiro medo em pessoa?
Será que eu estou morto? Ou estou tentando sobreviver no meio desse labirinto escuro?
Perguntas e mais perguntas, por que não consigo, responde-las.

Tenho que tentar deixar minha mente livre desse pesadelo, ou seja lá que isso for, caminhei e caminhei,  chegando a lugar nenhum, onde esta o ser que me perseguia ? onde?...
Ate que eu ouvi uma voz sussurrando meu nome, John. John... você acredita em min ?
Quem ser você ? Eu sou tudo aquilo que você sempre temeu, sempre teve medo. Por que você quer me ajudar agora? Por que eu vejo que você, necessita da minha ajuda.

A voz sumiu, gritei varias vezes por ela, mesmo não sabendo o nome, andei e andei mais nesse labirinto ate que eu vejo aqueles olhos azuis e a cara dilacerada, eu corri o mais rápido que pude, mais para onde eu ia eu via corpos abertos sangrando, sangue nas paredes, até que eu não consegui mais fugir, ele conseguiu me pegar? Talvez não, eu consigo me movimentar, pouco mais consigo,  o único jeito que eu encontrei  foi  tentar  falar com aquela voz,
até que eu consegui . 
Voz: tudo que você precisa fazer,  e eliminar esse medo que você tem dentro de você.
John: mais por que?
Voz: por que ele vai usar tudo, que você tem medo contra você.
John: ok
...
Eu entendi o que eu tinha que fazer, mas não sabia como, parei um pouco pensei  e me matei, acho que esse era o único jeito, me suicidar, o meu maior medo era nunca morrer, até que eu superei e me matei.  A menos que......

Acorde... Acorde.....Acorde!

Até que eu abri os olhos, e continuei sendo atormentador por aquela besta de olhos azuis parecendo um anjo, sem asas angélicas, e com o rosto todo dilacerado....

terça-feira, 12 de março de 2013

Darkstalkers Ressurrection!

Isso mesmo como diz o título, para os fãns de Darkstarlkers, e tem saudades do jogo dos anos 90, que mistura personagens monstruosos  e do visual de desenho animado. nesta terça- feira (12), a capcom lançou a coletânea (DarkStalkers Ressurrection" para PS3(playstation 3) e Xbox 360,para deixar os fãs menos órfãos e para que os jogadores mais jovens possam conhecer o jogo.

O Título é vendido vendido por US$ 15 ( no brasil 31 reais)- 1200 Microsoft  Points  no X360(Xbox), na loja virtual dos dois consoles(PS3 e Xbox),O pacote traz dois dos melhores games da série: "Night Warriors: Darkstalkers’ Revenge" e "Darkstalkers 3", o segundo e o terceiro jogos da franquia lançados em 1995 e 1997, respectivamente. Para trocar o game, é necessário pressionar o botão Select no controle do PS3 ou Back no do X360.

O grande destaque de , contudo, é a possibilidade de partidas on-line, isso mermo online, em uma tecnologia que a Capcom acredita que melhorar consideravelmente a experiência mesmo em conexões de baixa velocidade. Chamado de GGPO, sigla para "Good Game Peace Out", o sistema calcula o movimento dos dois jogadores ao mesmo tempo e os devolve para cada um deles, separadamente. Isso permite que as partidas não tenham atrasos - os chamados "lags" - e sejam sincronizadas entre os dois jogadores.

Eae! Espero que tenham gostado do post, se vcs gostaram comentem, sua opnião e muito importante para nos... Até o proximo post pessoal fuii!

Os Caroneiros Negros!


Desde que conheci esta área de contos de terror, venho tendo vontade de compartilhar uma história que aprendi nos postos de gasolina enquanto acompanhava meu pai que é motorista de caminhão, mas vinha adiando, pois não conseguia descobrir o real nome dessa assombração, mas hoje de madrugada ao me deparar com ela de novo, resolvi compartilha-la pelo nome como ela é chamada nas estradas...   Os Caroneiros Negros.

Faz anos que ninguém comenta mais sobre essa assombração, provavelmente porque ela aparece apenas pra quem comente atrocidades ao volante e normalmente estão sob efeito de alguma droga (normalmente o rebite) e sua aparição é tida como alucinação ou são mortas por ela. Sim essa assombração mata! Mata da mesma maneira como morreu, ela aparece quando alguém morre por algum acidente de transito e não se conforma sob as condições de sua morte, então fica zanzando pelas estradas procurando algo que às vezes nem elas sabem o q é.
Esta madrugada levantei cedo pra pegar carona e voltar pra cidade onde faço faculdade, era 04h00min quando caímos na estrada, por volta das 04h30min, talvez ainda antes, tive uma súbita ânsia de vomito, e devido a ter crescido na estrada isso não é normal pra mim, olho para o motorista do caminhão e notei que ele também tinha sentido a mesma coisa, ao mesmo tempo. Neste mesmo instante lembrei-me de uma moça, de uns 30 anos se muito, que havia morrido a uns 20 km dali 3 dias antes por embriaguez ao volante (o que explica a ânsia de vomito de dois indivíduos ao mesmo tempo), ela era prostituta e voltava do “serviço” quando se acidentou, capotando o carro, sendo arremessada pra fora e esmagada por ele, a outra acompanhante que usava o cinto de segurança teve apenas escoriações leves, mas ela morreu na hora, deixando um filho de 12 anos sozinho em casa. Isto é motivo o suficiente para acreditar que sua alma esta indo atrás de seu filho para ver se ele esta bem, porem, devido às condições que levaram à sua morte ela não pode escapar da sua sina: A de punir todos aqueles que cometam qualquer ato de descuido ao guiar um veiculo que cruzarem seu caminho.
Quando alguém cruzar pela primeira vez com um caroneiro negro, sentira uma amostra das condições de como este morreu, no nosso caso a ânsia de vomito devido à embriaguez da moça, através deste ato nada sutil o caroneiro negro descobrira se quem dirige cometeu qualquer desleixe ao volante, caso negativo ele simplesmente te deixa passar e te esquece, mas caso afirmativo, ele volta...
Não importa se você está dirigindo com sono, alcoolizado ou sob efeito de remédios que inibiam de guiar, se apenas ultrapassou em local inadequado ou está abusando da velocidade. Para eles você é um infrator a vida! E como tal deve pagar com a sua por colocar a vida de terceiros em risco.
Nunca achaste estranho que após uma morte por imprudência que seja fatal, outros acidentes com imprudência ao volante próximos a este também sejam fatais? Os caroneiros negros se asseguram que seus acusados não sobrevivam.
Mas afinal de contas por que eles se chamam caroneiros negros?
Simples, após encontrarem um infrator eles reaparecem a sua frente no acostamento como se fosse uma pessoa usando vestes negras e pedindo carona. A primeira opção é caso você de carona ao espírito. Neste caso ele entra e fecha a porta olha pra você e desaparece... Bem, na verdade ele ainda está ali, te olhando e cuidando cada movimento seu ao volante e garantindo que a sua próxima imprudência ao volante seja a ultima. Ele só ira largar de acompanhar o motorista quando este chegar ao seu destino. A segunda opção é caso você não de carona, estaria a salvo? Nem pense besteira desde quando um espírito vingativo libera alguém tão fácil. Ele irá reaparecer a sua frente a cada misero km rodado, e não é porque ele está lá fora que ele te cuida de maneira diferente. Ele vai te acompanhar o percurso inteiro, mas normalmente quem fica revendo a assombração no acostamento surta, comete algum erro e morre, ou vai dizer que nunca ouviu de alguém bater numa curva pro lado de dentro da curva ou simplesmente perder o controle do carro e capotar em plena reta?
Mas então devo dar ou não carona a eles?
Não sei o quanto o medo pode afetar o raciocínio de uma pessoa, mas eu daria carona pois já ouvi essa história bem mais vezes de gente que conta que deu carona do que de gente que não deu!

Devido aos longos percursos não é raro de dois caroneiros negros andarem juntos ou de vierem a se acumular em um único veiculo e se tem coisa pior do que ter uma alma penada no seu pé, é ter duas almas penadas no seu pé!
Você pode achar isso uma história para assustar crianças nos postos de gasolinas, uma desculpa esfarrapada para mortes inexplicáveis ou até alucinações de pessoas sob efeito do sono ou de dopantes como o álcool, drogas ou remédios impróprios para dirigir (principalmente os com propriedades alucinógenas como o rebite), eu sinceramente não ligo. Mas há quem jure que os viu, se bem que meu primo que fazia horas na estrada a base de rebite jure que viu o cara do pânico (aquele da mascara branca) no acostamento, se bem que no caso dele isso foi uma alucinação. Ou será que não?

Eae! Espero que gostem do post, foi feito pelo nosso Leitor Anades, muito obrigado por ter mandado, para nos.... até o proximo post pessoal fui!

domingo, 10 de março de 2013

the devil's dressing.

                                               the devil's dressing

 Era mais uma aula chata de matemática. Estávamos aprendendo sobre equações de 2º grau, mas eu não conseguia me concentrar na aula. Não conseguia parar de pensar na história que Deivid havia me enviado no Facebook, sobre uma famosa lenda da escola. Muitos alunos acreditavam que o vestiário abandonado era assombrado, tudo isso porque há alguns anos atrás três alunas foram encontradas mortas misteriosamente no vestiário, que hoje fica fechado, e a morte delas ainda é um mistério. Apesar de o vestiário ficar sempre fechado, era possível ouvir barulhos estranhos sempre que eu passava em frente a ele, já que ele fica perto do ginásio da escola. E sempre que eu e meus três melhores amigos Deivid, Leandro e Matheus e vários outros alunos passávamos em frente a ele, era possível ouvir barulhos misteriosos como batidas na porta, arrastar de correntes, e até mesmo uma voz demoníaca e grossa que às vezes ouvia chamar o meu nome. Como eu sempre fui muito fã de mistérios e coisas sobrenaturais eu tive a ideia de ir ate ao vestiário abandonado e descobrir se realmente tinha algo de anormal nele ou se era tudo coisa da minha cabeça.

- O que você acha da gente ir ate o vestiário mais tarde e descobrir se tem alguma coisa lá? – perguntei a Deivid.
- Fala sério? Você acredita nessas lendas idiotas de que o vestiário é assombrado, que tem um demônio lá dentro? Isso é historia pra botar medo em criança, você já tem 14 anos e ainda acredita nisso?
- Se você não acredita nisso então porque me mandou isso no facebook? Não me diga que você esta com medo de ir lá!
 - Eu só te mandei aquilo porque todo mundo estava falando sobre a lenda, eu não acredito nessas besteiras e não tenho medo de nada. Se você esta querendo tanto ir ao vestiário abandonado, então vamos ir!
 - Então tá. 19 horas em ponto agente se encontra em frente ao vestiário abandonado. - Mais o vestiário fica fechado. Como agente vai entrar lá dentro?
 - Eu fui à sala da direção hoje antes da aula pra pegar a minha prova de português e conseguir pegar a chave sem a dona ver.
 - Então tá. Vou chamar o Leandro e o Matheus, vai ser legal pra botar medo neles…
- Combinado. 19 horas então. Finalmente a aula já estava acabando, não tirava os olhos do relógio esperando o sinal bater pra eu ir embora. Quando ele finalmente bateu, eu sai correndo pra chegar rápido em casa.

Já estava anoitecendo. Era umas 18:45 quando eu cheguei na escola e fui imediatamente ate o vestiário. Ninguém havia chegado ainda então eu encostei os meus ouvidos na porta do vestiário e ouço uns passos fortes e uns barulhos estranhos, como se fossem garras arranhando as paredes, e uma voz demoníaca chamava o meu nome insistentemente. O meu coração começou a ficar acelerado e eu estava tremendo, eu sentia que o medo estava se espalhando por mim. Então uma mão tocou o meu ombro. Eu levei um susto, ao me virar eu vi que era o Matheus que havia me assustado.
- Será que o Deivid e o Leandro vão vir? Eles ainda não chegaram – Eu disse preocupado e muito assustado.
 - Eles devem vir, ainda não é 19:00h. Daqui a pouco eles chegam. – responde Matheus. Pouco tempo se passa e Deivid e Leandro chegam rindo da minha cara de medo.
- Não acredito que eu vim aqui por que você acredita nessas lendas idiotas. É obvio que é tudo mentira! – Leandro diz ironicamente

Ainda com muito medo eu pego a chave do meu bolso. Tinha um monte de chaves então eu vou tentando um por uma, tremendo de medo do que poderia estar lá dentro. Depois de um monte de tentativas finalmente eu consigo abrir a porta.

 Então entramos todos juntos no vestiário, ele estava muito sujo, cheio de poeira, tinha ate baratas andando lá dentro, afinal fazia muito tempo que ninguém entrava lá. Não havia absolutamente nada de anormal nele, nesse momento eu fiquei aliviado e desapontado ao mesmo tempo. Quando agente se preparava para ir embora a porta se fecha sozinha, Deivid vai ate a porta para tentar abri-la mais não adiantou, estávamos trancados dentro do vestiário. Nesse momento começamos a ouvir um passo vindo do final do corredor junto com um arrastar de correntes que fazia um barulho Horrível e macabro. Eu fiquei desesperado, com medo do que podia aparecer. Deivid, Leandro e Matheus ficam espantados e nem se quiser conseguem dizer algo de tanto medo, no final do corredor ele aparece. Era a coisa mais horrível e tenebrosa que eu já vi na minha vida. Era tão horrível que não tenho palavras para descrevê-lo. Ele era todo escuro, seus olhos eram vermelhos como fogo, e ele tinha dentes enormes e afiados como de um tigre e uma calda preta além de garras enormes como de um urso, e ele andava arrastando três correntes. Enquanto ele andava em nossa direção, soltava uma risada maligna e sua voz demoníaca dizia coisas que não faziam sentido. Nesse momento agente tentava abrir a porta desesperadamente mais não conseguíamos. Eu paralisei e comecei a chorar enquanto meu coração estava a mil, eu sentei naquele chão imundo e sem conseguir fazer nada eu o via se aproximando. Deivid, Leandro e Matheus gritavam sem parar pedindo socorro enquanto isso minha vista ficava fraca e eu não conseguia ver quase nada, comecei a passar mal e fui paralisando aos poucos e então eu desmaiei.

Quando eu acordei já era quase meia noite minha cabeça estava doendo e quando me levantei eu vi o corpo dos meus amigos todos mutilados. Os pés e as mãos estavam arrancados e os órgãos todos pra fora, um banho de sangue. A cabeça deles havia sido arrancada e fincada no teto com uma estaca de madeira, a escola estava cheia de policiais e peritos que fotografavam toda a cena sem entender o que poderia ter feito aquilo.
No espelho estava escrito com sangue a seguinte frase:

“Vocês podem não acreditar que eu existo, mais eu acredito em vocês.” Um policial me leva pra fora do vestiário enquanto eu fico paralisado sem entender o que havia acontecido, quando eu saio pra fora estava cheio de repórteres, policiais e curiosos querendo saber o que havia acontecido. Entre eles minha mãe e as mães dos meus amigos.

Muito tempo se passou e ate hoje eu não consigo entender o que aconteceu. Ninguém acredita no que eu digo e eu não sei por que aquela coisa não me matou. Eu saí da escola e mudei de cidade para tentar esquecer o que aconteceu, a escola ainda está aberta, e o vestiário permanece fechado até hoje. Muita gente diz que quando passa em frente ao vestiário ainda é possível ouvir uma risada maléfica e barulhos estranhos.

Eae! Espero que vocês tenham gostado do post, se gostaram comentem em tão até o proximo post fuii...

sexta-feira, 8 de março de 2013

Pesadelo...

Pesadelo Meu maior pesadelo ocorreu quando ainda era um adolescente. Eu estava dentro de um hotel, e nele, era um detetive forense.

 Cercado por um grupo de policiais, eu fui levado a um quarto de hotel em um andar muito alto. Ao chegar à porta, de número 167, fui colocado lá dentro. Um dos policiais fechou a porta atrás de mim e começou a desesperadamente bloquea-la fora, gritando pela porta e explicando que esta foi uma "simples precaução tomada a fim de evitar que o assassino tentasse voltar à cena do crime para acabar com as provas".

 Eu (desconfiado com toda aquela situação, mas focado em meu trabalho), acabei não questionando esta "simples precaução", e fui direto para uma sala de estar. Sentado no sofá, havia um corpo. Um homem que parecia ter uns 30 anos estava morto, sentado com sua cabeça pendurada para trás sobre a almofada do sofá. Perturbadoramente o suficiente, um buraco muito grande atravessava todo seu estômago, assim como o sofá também. Fui até a parte de trás do sofá; entranhas, órgãos desmembrados e espumas ensanguentadas jogadas no carpete. Era muito fácil conseguir enxergar completamente através do buraco no sofá e do estômago do homem. Diante daquilo, eu mantive minha compostura, fiz algumas anotações e decidi seguir em frente.

 Caminhei lentamente por uma pequena cozinha até chegar ao banheiro, e sua porta estava aberta. Deitado dentro da banheira, estava o cadáver de outro homem, muito mais velho e massacrado do que o primeiro. Seu corpo estava rasgado da área genital até sua garganta, e a água da banheira estava com coloração vermelho-escuro (graças a quantidade de sangue que escorreu de dentro dele). Fiz mais algumas anotações, e já estava prestes a me virar e sair, quando de repente, ouvi um barulho estranho, como se fosse um pé pisando em uma poça molhada. Desesperado, olhei em volta mais uma vez, quando notei uma mão segurando a base do vaso sanitário. Andei em direção a ela até que vi, lá no canto do banheiro, agachado no espaço entre o vaso sanitário e a parede, um homem, com suas mãos sangrando.

 Ele correu pra fora do banheiro e bateu a porta ao sim, prendendo-a com uma cadeira. Fiquei parado, sem reação, ouvindo suas ações do outro lado da porta; objetos sendo arrastados freneticamente, respiração pesada e de repente.... silêncio. Aproveitando a oportunidade, dei um chute na porta e olhei em volta. Nada havia mudado, nenhum sinal de que aquele homem havia passado por aquele lugar. Havia, no entanto, um novo corpo deitado no chão da cozinha. Uma mulher, estranhamente famíliar, estava sem roupas e jogada de bruços no chão. Havia marcas de corte profundo passando por todo seu corpo; pernas, braços, barriga, seios, garganta e no rosto também. Seus olhos foram removidos, mas todo o corpo estava estranhamente limpo. Sem sangue, sem sinais de mutilação, além dos cortes profundos e de seus olhos perdidos.

 Antes que eu começasse a estudar o corpo, de repente, duas pálpebras se abriram, afundadas profundamente nos recessos dos buracos dos olhos da moça. Dentro de sua boca aberta e escancarada, outra boca se abriu e sorriu. Seus dedos tremiam ligeiramente. Agora, tudo fazia sentido; aquele homem havia assassinado a mulher, dissecado seu corpo e estava usando sua pele como uma espécie de terno. E aquele rosto familiar... Quando me dei conta, cai pra trás na mesma hora. “MÃE?!”. O homem se levantou lentamente, olhou pra mim com aquele sorriso horrível estampado em seu rosto, e gritou: "Não estou bonita, filho?!".

 E então, acordei.

Eae! Espero que tenham gostado do post, se gostaram comentem seu comentario ou opnião são muito importantes para noís do blog, e até a proxima postagem. =D

Dungeonland?!

Eae! vocês ja ouviram falar, sobre o jogo chamado DungeonLand ? e um jogo criado é produzido pela empresa brasileira, isso mesmo brasileira, Critical Studio e publicado pela Paradox Interactive, e um jogo de tipo point and click e RPG,o jogo em sí e muito dificil, emtão recomendo jogar com amigos que sejam, experientes no jogo, por que se um amigo noob jogar  no meio,  ele pode acabar atrapalhando tudo(rsrsr).
O Jogo está disponivel na Steam por 17,00 reais, esta baratim não?(rsrs), o jogo possue 3 classes : Mage,Warrior e Rogue, em tão escolha sua classe e comece a jogar hehe, e um jogo muito bom ,divertido jogando com os amigos claro. O jogo so esta disponivel na plataforma PC!


Espero que tenham gostado do post, é ate a proxima fuii...