sábado, 21 de setembro de 2013

MAMA - Comentando o Filme

"Mama, apesar de vir repetindo esteticamente o mesmo que se tem feito nos filmes do gênero na última década, não desaponta - pelo menos não tanto. O filme tem direção de Andres Muschietti estreante em direção e a fotografia fica a cargo do diretor Antonio Riestra (Amores Brutos - 2000 e Do Fundo do Mar - 1999) é uma das coisas que mais chama atenção no filme, só perdendo mesmo pra atuação das meninas Isabelle Nélisse (Lilly) e Megan Charpetier (Victoria). Megan que pasmem é a "Red Queen" de Resident Evil tem 12 anos, mas já tem um histórico pra mostrar que manja dos paranauê interpretativo, além de Mama e Resident Evil ainda conta com A Garota da Capa Vermelha no currículo de atriz.
Já a pequena Isabelle - que se minhas pesquisas estiverem certas está na casa dos 8 anos - não herdou o dom da atuação sozinha, ela tem uma irmã, Sophie Nélisse que pra quem não sabe vai ser a protagonista na adaptação pras telonas do livro "A Menina Que Roubava Livros". Isabelle surpreende primeiro pelo fato de ser tão nova, mas ainda sim tão expressiva e conseguir dar vida a  uma personagem tão complexa. Quem vê suas primeiras aparições no filme pode não dar lá muita importância pra garotinha, mas ao longo das cenas vai se tornando algo espetacular de se ver, sobrepujando em alguns momentos a própria entidade "Mama".

A história é de fato muito boa, porém pode frustrar quem vai esperando uma trama bem amarrada. Algumas coisas se perdem ao longo do filme no sentido de que filmes desse gênero se tornam muito mais apreciáveis quando há um motivo e explicação paras as coisas acontecerem como acontecem, coisa que no mesmo não são vistas. Vale salientar que o filme tem na produção Guillermo Del Toro (007 - Quantum Of Solace) que se fez perceber ao longo da obra, pelo menos pra quem conhece seu trabalho. O filme conta também com a atuação de Nikolaj Coster-Waldau que apesar do nome complicado é bem conhecido por interpretar o Jaime Lanister de Game Of Thrones (HBO) que ao encarnar pai e tio das meninas e em tese ser um personagem chave é escanteado pelo encanto que as jovens atrizes causam e até mesmo pela belíssima Jessica Chastain (Annabel) outra personagem que deveria ter tido uma história melhor trabalhada, dada a importância que toma do meio pra o fim do filme, pra quem não sabe Chastain já fora indicada duas vezes ao Oscar, a primeira vez em 2011 como atriz coadjuvante em The Help e outra em 2012 como melhor atriz pelo seu personagem em Zero Dark Thirty. No geral o filme garante alguns sustos e alguns momentos de admiração pelas pequenas Lilly e Victoria... Ou melhor Isabelle e Megan. 

Por: Daniel Galdino Dias 

terça-feira, 18 de junho de 2013

A SALAMANDRA

Na Vida de Bevenuto Cellini, artista italiano do século XVI, escrita por ele mesmo, há o seguinte trecho: "Quando eu tinha cerca de cinco anos de idade, meu pai, estando num pequeno quarto, onde estava fogo de madeira de carvalho, olhou as chamas e viu um animalzinho semelhante a um lagarto, que podia viver na parte mais quente do elemento. Percebendo imediatamente do que se tratava, chamou-me e a minha irmã, e, depois de nos ter mostrado a criatura, deu-me um tabefe no ouvido. Caí, chorando, enquanto ele, consolando-me com carícias, disse estas palavras: "Meu querido filho, não te dei este tabefe por alguma coisa errada que tiveste feito, mas para que te lembres que a criaturinha que viste no fogo é uma salamandra, tal como nenhuma outra foi vista por mim até hoje." Assim dizendo, beijou-me e deu-me algum dinheiro."

Parece-nos desarrazoado duvidar de um caso em que o Signor Cellini foi uma testemunha tanto de vista como de ouvido. Ajunte-se a essa a autoridade de inúmeros e sábios filósofos, à frente dos quais estão Aristóteles e Plínio, afirmando aquele poder da salamandra. De acordo com eles, a salamandra não somente resistia ao fogo, mas o apagava e, quando via a chama, avançava contra ela, como um inimigo que sabia vencer.
 Não nos devemos maravilhar com o fato de que a pele de um animal possa resistir à ação do fogo. Assim, chegamos à conclusão de que a pele da salamandra (pois existe realmente tal animal, é uma espécie de lagarto) era incombustível e de grande utilidade para servir de invólucro a artigos muito valiosos para serem protegidos por material comum. Foram realmente produzidos panos à prova de fogo, que se diziam feitos da pele de salamandra, embora os conhecedores verificassem que a substância de que eram feitos era o amianto, um mineral cujos filamentos muito finos podem ser aproveitados para a fabricação de tecidos.

O fundamento das lendas acima relatadas parece provir do fato de a salamandra realmente secretar pelos poros do corpo um líquido leitoso, que, quando ela se irrita, é produzido em grande quantidade e que pode, sem dúvida, durante alguns momentos, protegê-la contra o fogo. Além disso, a salamandra é um animal hibernante, que, durante o inverno, se refugia em algum tronco oco de árvore ou em outra cavidade, e ali permanece em estado de torpor, até que a primavera o desperte de novo. É possível, portanto, que seja levada ao fogo junto com a lenha e só desperte a tempo de recorrer a suas faculdades defensivas. Seu suco viscoso lhe seria, então, de grande valor e todos quantos a têm visto admitem que ela trata de sair do fogo o mais depressa possível, com exceção de um caso, em que as patas e outras partes do corpo do animal ficaram seriamente queimadas.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

O Basilisco

                                                        O Basilisco

Esse animal era chamado o rei das serpentes, tendo na cabeça, para confirmar essa realeza, uma crista em forma de coroa. Supunha-se que nascia do ovo de um galo, chocado por sapos ou serpentes. Havia várias espécies de basilisco. Uma delas queimava todo aquele que dela se aproximava. Uma segunda assemelhava-se à cabeça da Medusa e sua vista causava tal horror que provocava a morte imediata. No Ricardo III de Shakespeare, Lady Ana, em resposta ao galanteio de Ricardo acerca de seus olhos, retruca: "Fossem eles os do basilisco, para te ferir de morte!"

O basilisco era chamado rei das serpentes porque todas as outras cobras, comportando-se como bons súditos e muito sensatamente não desejando serem queimadas ou fulminadas, fugiam logo que ouviam a distância o silvo de seu rei, ainda que estivessem se banqueteando com a mais deliciosa presa, deixando o manjar para o monstruoso monarca.

O naturalista romano Plínio assim descreve o basilisco: "Não arrasta o corpo, como as outras serpentes, por meio de uma flexão múltipla, mas avança firme e ereto. Mata os arbustos, não somente pelo contacto, mas respirando sobre eles, e fende as rochas, tal é o poder maligno que nele existe." Acreditava-se que, se o basilisco fosse morto pela lança de um cavaleiro, o  poder do seu veneno, conduzido através da arma, matava não somente ocavaleiro mas até o cavalo. Lucano faz alusão a esse fato nos versos:

Ele matou o basilisco em vão,
 Deixando-o inerte no arenoso chão.
 Corre o veneno através da lança
 E mata o mouro, quando a mão alcança

Tal prodígio não podia deixar de penetrar nas lendas dos santos. Assim, conta-se que um santo homem, indo a uma fonte no deserto e vendo, de repente, um basilisco, levantou logo os olhos para o céu e, graças a um piedoso apelo à Divindade, fez o monstro cair morto a seus pés.
Os poderes maravilhosos dos basiliscos são atestados por vários sábios, como Galeno, Aviceno, Scaliger e outros. Por vezes, algum deles duvidava de uma parte da lenda, mas admitia o resto. Jonston, um médico letrado, observa sensatamente: "Seria difícil de acreditar que ele mata com o olhar, pois, assim sendo, quem o teria visto e continuado vivo para contar o caso?" O digno sábio não sabia que aqueles que iam caçar o basilisco dessa espécie levavam consigo um espelho, que fazia refletir a horrível imagem sobre o original, fazendo o basilisco matar-se com sua própria arma.

Mas quem seria capaz de atacar esse terrível monstro? Há um velho ditado segundo o qual "tudo tem seu inimigo" e o basilisco intimidava-se diante da doninha. Por mais amedrontador que fosse o aspecto da serpente, a doninha não se preocupava e entrava na luta ousadamente. Quando mordida, retirava-se por algum tempo para ingerir a arruda, que era a única planta que o basilisco não fazia murchar, e voltava a atacar com redobrado vigor e coragem, não deixando o inimigo enquanto não o estendia morto no chão. O monstro, como se consciente da estranha maneira pela qual vinha ao mundo, votava, também, extrema antipatia ao galo e estava sujeito a exalar o último suspiro tão logo ouvisse o canto daquela ave.

O basilisco tinha alguma utilidade depois de morto. Sabemos, assim, que sua carcaça era colocada no templo de Apolo, e em casas particulares, por ser um remédio soberano contra aranhas, e que também era posta no templo de Diana, motivo pelo qual nenhuma andorinha se atrevia a penetrar no recinto sagrado.
É de se supor que, a uma hora destas, o leitor já esteja cansado de absurdos, mas, de qualquer maneira, deveria estar interessado em saber qual era o aspecto do basilisco. Shelley, em sua "Ode a Nápoles", cheio de entusiasmo ao ter notícia da proclamação de um governo constitucional naquela cidade, em 1820, faz a seguinte alusão ao basilisco:
Blasfemar-te atreveram-se,
 impudentes, E a liberdade blasfemar?
 A sorte Tenham de Actéon, que,
 nos dentes De seus próprios mastins achou a morte!
 Vencendo os desafios e o perigo Da tirania,
 em cada momento, Se como o basilisco,
 que o inimigo Mata por invisível ferimento.

Eae Pessoal blz? Bom espero que tenham gostado do post, estamos(eu) começando uma nova serie Mitologias se queserem mais, comentem  no post, posso trazer de varias culturas,Hindu,Oriental,Nordica,Grega, entre outros mais nada que uma pesquisada não ache(risos), bom at é o proximo post pessoal!

Fonte:
O Livro de ouro da Mitologia.

domingo, 9 de junho de 2013

A FÊNIX

                                                          A FÊNIX

Ovídio nos fala da seguinte maneira sobre a Fênix: "A maior parte dos seres nasce de outros indivíduos, mas há uma certa espécie que se reproduz sozinha. Os assírios chamamna de fênix. Não vive de frutos ou flores mas de incenso e raízes odoríferas. Depois de ter vivido quinhentos anos, faz um ninho nos ramos de um carvalho ou no alto de uma palmeira. Nele ajunta cinamomo, nardo e mirra, e com essas essências constrói uma pira sobre a qual se coloca, e morre, exalando o último suspiro entre os aromas. Do corpo da ave surge uma jovem fênix, destinada a viver tanto quanto a sua antecessora. Depois de crescer e adquirir forças suficientes, ela tira da árvore o ninho (seu próprio berço e sepulcro de seu pai) e leva-o para a cidade de Heliópolis, no Egito, depositandoo no templo do "Sol".

Tal é a narrativa de um poeta. Vejamos a de um historiador filosófico. "No consulado de Paulo Fábio (34 de nossa era), a milagrosa ave conhecida no mundo pelo nome de fênix, que havia desaparecido há longo tempo, tornou a visitar o Egito" — diz Tácito. "Era esperada em seu vôo por um grupo de diversas aves, todas atraídas pela novidade e contemplando maravilhadas tão bela aparição." Depois de uma descrição da ave, que não difere muito da antecedente, embora acrescente alguns pormenores, Tácito continua: "O primeiro cuidado da jovem ave, logo que se impluma e pode confiar em suas asas, é realizar os funerais do pai. Esse dever, porém, não é executado precipitadamente. A ave ajunta uma certa quantidade de mirra, e, para experimentar suas forças, faz freqüentes excursões, carregando-a nas costas. Quando adquire confiança suficiente em seu próprio vigor, leva o corpo do pai e voa com ele até o altar do Sol, onde o deixa, para ser consumido pelas chamas odoríferas." Outros escritores acrescentam alguns pormenores. A mirra é compacta, em forma de um ovo, dentro do qual é encerrada a fênix morta. Da carne da morta nasce um verme, que quando cresce se transforma em ave. Heródoto descreve a ave, embora observe: "Eu mesmo não a vi, exceto pintada. Parte de sua plumagem é de ouro e parte carmesim; quanto a seu formato e tamanho, são muito semelhantes aos de uma águia."

O primeiro escritor que duvidou da crença na existência da fênix foi Sir Thomas Browne, em seus Erros Vulgares, publicado em 1646. Suas dúvidas foram repelidas, alguns anos depois, por Alexander Ross, que diz, em resposta à alegação de que a fênix aparecia tão raramente: "Seu instinto lhe ensina a manter-se afastada do tirano da criação, o homem, pois se fosse apanhada por ele, seria sem dúvida devorada por algum ricaço glutão, até que não houvesse nenhuma delas no mundo." No Livro V do Paraíso Perdido, Milton compara a uma fênix o Anjo Rafael descendo à Terra:

Assim, cortando o céu, voa ligeiro,
 Entre mundos e mundos navegando,
 Ora os ventos polares enfrentando,
 Ora cortando, calmo, o róseo espaço,
 Até que alcança as altaneiras águias.
 Crêem ver nele as aves uma fenix
 Que cortasse os espaços, solitária,
 Em procura da Tebas egipciana,
 Para os restos mortais no radioso
 Templo do Sol guardar.

      Eae Pessoal Beleza? Estamos Voltando com o Blog UHUUUU (risos) , bom eu é edu estavamos muito ocupados eu com os estudos é ele com o trabalho, é sem tempo para postar no blog, desculpe-nos pela demora para postar, bem tão é isso povão até o proximo post...

Fonte:
O Livro de Ouro  Da Mitologia...

terça-feira, 2 de abril de 2013

Uma rua inteira mal-assombrada


Uma rua inteira mal-assombrada


Da chamada avenida Malaquias, que liga as estradas de Dois
Irmãos e do Arraial, e é hoje uma rua banal, já se disse que teve
fama de ser ela inteira mal-assombrada. Ainda a conheci com
suas velhas e grandes jaqueiras e mangueiras e quase sem uma
casa por trás dos muros altos, onde de dia os moleques se
divertiam traçando calungas e sinais obscenos. Os mais doutos,
escrevendo palavrões de arrepiar a própria gente grande. Parecia a
chamada avenida um resto de mata, fantasiado de rua; e a rua,
uma caricatura de avenida.
Mais de um homem incauto foi assassinado à sombra
daquelas jaqueiras tristonhas e gordas. Ficou célebre o
assassinato do chefe da estação de Ponte d’Uchoa. Uma cruz de
pau recorda ainda hoje esse crime.
No tempo da iluminação a gás, a chamada avenida
Malaquias era o pavor dos acendedores de lampião. Mais de um
acendedor correu gritando como um menino com medo,
apavorado com assombração na avenida. Vultos brancos debaixo
das jaqueiras ou espojando-se na lama: talvez lobisomens
cumprindo o fado. Bichos estranhos às carreiras: talvez mulassem-
cabeça. Mulas-de-padre, vindas do lado Capunga. E vozes.
Vozes estranhas. Vozes do outro mundo. Uma, certo acendedor de
lampião ouviu-a bem ao pé do ouvido. Obrigou-o a fala fanhosa de
duende a correr como um doido para a padaria do Castor, sem
mais querer saber de apagar lampiões naquele ermo.
Dizia a voz: “Não me deixes no escuro!” O que contraria
quase tudo que se sabe a respeito de fantasmas. Os ortodoxos são
amigos do escuro e inimigos das luzes de lampião e até de
lamparina.

Foto ilustrativa (Rua do Bom Jesus)



Esse é um conto presente no livro "Assombrações do Recife Velho" do grande Gilberto Freyre, onde reúne contos sobre a cidade do Recife-PE.
Eu super indico esse obra literária  que pode ser encontrada para Download na Web ou em grandes livrarias.


Fonte:  

Gilberto Freyre: Assombrações do Recife Velho

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A Boceta de Pandora

A Caixa de Pandora



Na Ilíada, épico poema grego que narra os acontecimentos ocorridos no período de pouco mais de 50 dias durante o décimo e último ano da Guerra de Troia, no verso 527 e seguintes, conta-se que, na casa de Zeus havia dua jarras uma que carregava os bens do mundo, e a outra os males do mundo.

A Caixa de Pandora também chamada por Boceta de Pandora, é um artefato presente na mitologia grega, tirado do mito da criação de Pandora, que foi a primeira mulher criada pelo senhor dos raios, Zeus, que por sua vez deu a pandora a jarra que continha todos os males do mundo.

Pandora com sua curiosidade, abriu a boceta ou a caixa, como preferir, fazendo com que todos os males escapassem, exceto um. O item restante na jarra foi a esperança, no qual a razão para a permanência da esperança ainda precisa de melhores traduções do texto grego original, pois o termo empregado em grego é ; ἐλπίς elpís, que pode ser a espera de algo, o que pode-se traduzir como esperança ou antecipação.
 O nome Pandora vem de; Panta Dôra ( Que tem todos os dons ), ou ainda Pantôn Dôra ( Que possui os dons de todos os deuses ).


Hoje em dia "Caixa de Pandora" virou uma expressão que significa, "Liberar um grande mal que não pode ser desfeito.

Duendes



Duendes

Duendes são criaturas míticas, representantes do elemento da terra, descritos como pequenos seres de orelhas pontudas, olhos pequenos, grandes sobrancelhas e barba e sorriso bastante esquisito. são extremamente brincalhões, e protegem as árvores, florestas e campos. Alimentam-se de frutas principalmente, porém adoram doces e biscoitos, e revelam um carinho especial pelas maçãs. Quando um duende recebe uma maçã como presente, conservam a maçã pelo máximo tempo que conseguem.

Duendes são criaturas da mitologia europeia, semelhante as fadas, porém existem variações e também varias associações em diferentes tradições de vários países. Encontram-se associados aos s, aos Nisse dinamarqueses-noruegueses, aos irlandeses clurichaun, Brownies escoceses, Leprechauns e Far Darrig, ao francês nain rouge, aos manx fenodyree e Mooinjer Veggey, ao galês tylwyth teg e ao sueco Tomte.

São por natureza, criaturas comunicativas e amistosas, andam em bandos e são altamente miméticos nos seus hábitos, nos seus modos de vestir, de brincar e de trabalhar. Como seu elemento é a terra, possuem eles muita coisa comum com a simplicidade rústica do lavrador. Aparentemente, o tipo é de origem medieval, pelo menos o seu aspecto presente é com certeza modelado a partir do homem do campo daquele período.





Fontes: 

http://www.reinoencantado.blogger.com.br/duendes.txt