sábado, 21 de setembro de 2013

MAMA - Comentando o Filme

"Mama, apesar de vir repetindo esteticamente o mesmo que se tem feito nos filmes do gênero na última década, não desaponta - pelo menos não tanto. O filme tem direção de Andres Muschietti estreante em direção e a fotografia fica a cargo do diretor Antonio Riestra (Amores Brutos - 2000 e Do Fundo do Mar - 1999) é uma das coisas que mais chama atenção no filme, só perdendo mesmo pra atuação das meninas Isabelle Nélisse (Lilly) e Megan Charpetier (Victoria). Megan que pasmem é a "Red Queen" de Resident Evil tem 12 anos, mas já tem um histórico pra mostrar que manja dos paranauê interpretativo, além de Mama e Resident Evil ainda conta com A Garota da Capa Vermelha no currículo de atriz.
Já a pequena Isabelle - que se minhas pesquisas estiverem certas está na casa dos 8 anos - não herdou o dom da atuação sozinha, ela tem uma irmã, Sophie Nélisse que pra quem não sabe vai ser a protagonista na adaptação pras telonas do livro "A Menina Que Roubava Livros". Isabelle surpreende primeiro pelo fato de ser tão nova, mas ainda sim tão expressiva e conseguir dar vida a  uma personagem tão complexa. Quem vê suas primeiras aparições no filme pode não dar lá muita importância pra garotinha, mas ao longo das cenas vai se tornando algo espetacular de se ver, sobrepujando em alguns momentos a própria entidade "Mama".

A história é de fato muito boa, porém pode frustrar quem vai esperando uma trama bem amarrada. Algumas coisas se perdem ao longo do filme no sentido de que filmes desse gênero se tornam muito mais apreciáveis quando há um motivo e explicação paras as coisas acontecerem como acontecem, coisa que no mesmo não são vistas. Vale salientar que o filme tem na produção Guillermo Del Toro (007 - Quantum Of Solace) que se fez perceber ao longo da obra, pelo menos pra quem conhece seu trabalho. O filme conta também com a atuação de Nikolaj Coster-Waldau que apesar do nome complicado é bem conhecido por interpretar o Jaime Lanister de Game Of Thrones (HBO) que ao encarnar pai e tio das meninas e em tese ser um personagem chave é escanteado pelo encanto que as jovens atrizes causam e até mesmo pela belíssima Jessica Chastain (Annabel) outra personagem que deveria ter tido uma história melhor trabalhada, dada a importância que toma do meio pra o fim do filme, pra quem não sabe Chastain já fora indicada duas vezes ao Oscar, a primeira vez em 2011 como atriz coadjuvante em The Help e outra em 2012 como melhor atriz pelo seu personagem em Zero Dark Thirty. No geral o filme garante alguns sustos e alguns momentos de admiração pelas pequenas Lilly e Victoria... Ou melhor Isabelle e Megan. 

Por: Daniel Galdino Dias 

terça-feira, 18 de junho de 2013

A SALAMANDRA

Na Vida de Bevenuto Cellini, artista italiano do século XVI, escrita por ele mesmo, há o seguinte trecho: "Quando eu tinha cerca de cinco anos de idade, meu pai, estando num pequeno quarto, onde estava fogo de madeira de carvalho, olhou as chamas e viu um animalzinho semelhante a um lagarto, que podia viver na parte mais quente do elemento. Percebendo imediatamente do que se tratava, chamou-me e a minha irmã, e, depois de nos ter mostrado a criatura, deu-me um tabefe no ouvido. Caí, chorando, enquanto ele, consolando-me com carícias, disse estas palavras: "Meu querido filho, não te dei este tabefe por alguma coisa errada que tiveste feito, mas para que te lembres que a criaturinha que viste no fogo é uma salamandra, tal como nenhuma outra foi vista por mim até hoje." Assim dizendo, beijou-me e deu-me algum dinheiro."

Parece-nos desarrazoado duvidar de um caso em que o Signor Cellini foi uma testemunha tanto de vista como de ouvido. Ajunte-se a essa a autoridade de inúmeros e sábios filósofos, à frente dos quais estão Aristóteles e Plínio, afirmando aquele poder da salamandra. De acordo com eles, a salamandra não somente resistia ao fogo, mas o apagava e, quando via a chama, avançava contra ela, como um inimigo que sabia vencer.
 Não nos devemos maravilhar com o fato de que a pele de um animal possa resistir à ação do fogo. Assim, chegamos à conclusão de que a pele da salamandra (pois existe realmente tal animal, é uma espécie de lagarto) era incombustível e de grande utilidade para servir de invólucro a artigos muito valiosos para serem protegidos por material comum. Foram realmente produzidos panos à prova de fogo, que se diziam feitos da pele de salamandra, embora os conhecedores verificassem que a substância de que eram feitos era o amianto, um mineral cujos filamentos muito finos podem ser aproveitados para a fabricação de tecidos.

O fundamento das lendas acima relatadas parece provir do fato de a salamandra realmente secretar pelos poros do corpo um líquido leitoso, que, quando ela se irrita, é produzido em grande quantidade e que pode, sem dúvida, durante alguns momentos, protegê-la contra o fogo. Além disso, a salamandra é um animal hibernante, que, durante o inverno, se refugia em algum tronco oco de árvore ou em outra cavidade, e ali permanece em estado de torpor, até que a primavera o desperte de novo. É possível, portanto, que seja levada ao fogo junto com a lenha e só desperte a tempo de recorrer a suas faculdades defensivas. Seu suco viscoso lhe seria, então, de grande valor e todos quantos a têm visto admitem que ela trata de sair do fogo o mais depressa possível, com exceção de um caso, em que as patas e outras partes do corpo do animal ficaram seriamente queimadas.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

O Basilisco

                                                        O Basilisco

Esse animal era chamado o rei das serpentes, tendo na cabeça, para confirmar essa realeza, uma crista em forma de coroa. Supunha-se que nascia do ovo de um galo, chocado por sapos ou serpentes. Havia várias espécies de basilisco. Uma delas queimava todo aquele que dela se aproximava. Uma segunda assemelhava-se à cabeça da Medusa e sua vista causava tal horror que provocava a morte imediata. No Ricardo III de Shakespeare, Lady Ana, em resposta ao galanteio de Ricardo acerca de seus olhos, retruca: "Fossem eles os do basilisco, para te ferir de morte!"

O basilisco era chamado rei das serpentes porque todas as outras cobras, comportando-se como bons súditos e muito sensatamente não desejando serem queimadas ou fulminadas, fugiam logo que ouviam a distância o silvo de seu rei, ainda que estivessem se banqueteando com a mais deliciosa presa, deixando o manjar para o monstruoso monarca.

O naturalista romano Plínio assim descreve o basilisco: "Não arrasta o corpo, como as outras serpentes, por meio de uma flexão múltipla, mas avança firme e ereto. Mata os arbustos, não somente pelo contacto, mas respirando sobre eles, e fende as rochas, tal é o poder maligno que nele existe." Acreditava-se que, se o basilisco fosse morto pela lança de um cavaleiro, o  poder do seu veneno, conduzido através da arma, matava não somente ocavaleiro mas até o cavalo. Lucano faz alusão a esse fato nos versos:

Ele matou o basilisco em vão,
 Deixando-o inerte no arenoso chão.
 Corre o veneno através da lança
 E mata o mouro, quando a mão alcança

Tal prodígio não podia deixar de penetrar nas lendas dos santos. Assim, conta-se que um santo homem, indo a uma fonte no deserto e vendo, de repente, um basilisco, levantou logo os olhos para o céu e, graças a um piedoso apelo à Divindade, fez o monstro cair morto a seus pés.
Os poderes maravilhosos dos basiliscos são atestados por vários sábios, como Galeno, Aviceno, Scaliger e outros. Por vezes, algum deles duvidava de uma parte da lenda, mas admitia o resto. Jonston, um médico letrado, observa sensatamente: "Seria difícil de acreditar que ele mata com o olhar, pois, assim sendo, quem o teria visto e continuado vivo para contar o caso?" O digno sábio não sabia que aqueles que iam caçar o basilisco dessa espécie levavam consigo um espelho, que fazia refletir a horrível imagem sobre o original, fazendo o basilisco matar-se com sua própria arma.

Mas quem seria capaz de atacar esse terrível monstro? Há um velho ditado segundo o qual "tudo tem seu inimigo" e o basilisco intimidava-se diante da doninha. Por mais amedrontador que fosse o aspecto da serpente, a doninha não se preocupava e entrava na luta ousadamente. Quando mordida, retirava-se por algum tempo para ingerir a arruda, que era a única planta que o basilisco não fazia murchar, e voltava a atacar com redobrado vigor e coragem, não deixando o inimigo enquanto não o estendia morto no chão. O monstro, como se consciente da estranha maneira pela qual vinha ao mundo, votava, também, extrema antipatia ao galo e estava sujeito a exalar o último suspiro tão logo ouvisse o canto daquela ave.

O basilisco tinha alguma utilidade depois de morto. Sabemos, assim, que sua carcaça era colocada no templo de Apolo, e em casas particulares, por ser um remédio soberano contra aranhas, e que também era posta no templo de Diana, motivo pelo qual nenhuma andorinha se atrevia a penetrar no recinto sagrado.
É de se supor que, a uma hora destas, o leitor já esteja cansado de absurdos, mas, de qualquer maneira, deveria estar interessado em saber qual era o aspecto do basilisco. Shelley, em sua "Ode a Nápoles", cheio de entusiasmo ao ter notícia da proclamação de um governo constitucional naquela cidade, em 1820, faz a seguinte alusão ao basilisco:
Blasfemar-te atreveram-se,
 impudentes, E a liberdade blasfemar?
 A sorte Tenham de Actéon, que,
 nos dentes De seus próprios mastins achou a morte!
 Vencendo os desafios e o perigo Da tirania,
 em cada momento, Se como o basilisco,
 que o inimigo Mata por invisível ferimento.

Eae Pessoal blz? Bom espero que tenham gostado do post, estamos(eu) começando uma nova serie Mitologias se queserem mais, comentem  no post, posso trazer de varias culturas,Hindu,Oriental,Nordica,Grega, entre outros mais nada que uma pesquisada não ache(risos), bom at é o proximo post pessoal!

Fonte:
O Livro de ouro da Mitologia.

domingo, 9 de junho de 2013

A FÊNIX

                                                          A FÊNIX

Ovídio nos fala da seguinte maneira sobre a Fênix: "A maior parte dos seres nasce de outros indivíduos, mas há uma certa espécie que se reproduz sozinha. Os assírios chamamna de fênix. Não vive de frutos ou flores mas de incenso e raízes odoríferas. Depois de ter vivido quinhentos anos, faz um ninho nos ramos de um carvalho ou no alto de uma palmeira. Nele ajunta cinamomo, nardo e mirra, e com essas essências constrói uma pira sobre a qual se coloca, e morre, exalando o último suspiro entre os aromas. Do corpo da ave surge uma jovem fênix, destinada a viver tanto quanto a sua antecessora. Depois de crescer e adquirir forças suficientes, ela tira da árvore o ninho (seu próprio berço e sepulcro de seu pai) e leva-o para a cidade de Heliópolis, no Egito, depositandoo no templo do "Sol".

Tal é a narrativa de um poeta. Vejamos a de um historiador filosófico. "No consulado de Paulo Fábio (34 de nossa era), a milagrosa ave conhecida no mundo pelo nome de fênix, que havia desaparecido há longo tempo, tornou a visitar o Egito" — diz Tácito. "Era esperada em seu vôo por um grupo de diversas aves, todas atraídas pela novidade e contemplando maravilhadas tão bela aparição." Depois de uma descrição da ave, que não difere muito da antecedente, embora acrescente alguns pormenores, Tácito continua: "O primeiro cuidado da jovem ave, logo que se impluma e pode confiar em suas asas, é realizar os funerais do pai. Esse dever, porém, não é executado precipitadamente. A ave ajunta uma certa quantidade de mirra, e, para experimentar suas forças, faz freqüentes excursões, carregando-a nas costas. Quando adquire confiança suficiente em seu próprio vigor, leva o corpo do pai e voa com ele até o altar do Sol, onde o deixa, para ser consumido pelas chamas odoríferas." Outros escritores acrescentam alguns pormenores. A mirra é compacta, em forma de um ovo, dentro do qual é encerrada a fênix morta. Da carne da morta nasce um verme, que quando cresce se transforma em ave. Heródoto descreve a ave, embora observe: "Eu mesmo não a vi, exceto pintada. Parte de sua plumagem é de ouro e parte carmesim; quanto a seu formato e tamanho, são muito semelhantes aos de uma águia."

O primeiro escritor que duvidou da crença na existência da fênix foi Sir Thomas Browne, em seus Erros Vulgares, publicado em 1646. Suas dúvidas foram repelidas, alguns anos depois, por Alexander Ross, que diz, em resposta à alegação de que a fênix aparecia tão raramente: "Seu instinto lhe ensina a manter-se afastada do tirano da criação, o homem, pois se fosse apanhada por ele, seria sem dúvida devorada por algum ricaço glutão, até que não houvesse nenhuma delas no mundo." No Livro V do Paraíso Perdido, Milton compara a uma fênix o Anjo Rafael descendo à Terra:

Assim, cortando o céu, voa ligeiro,
 Entre mundos e mundos navegando,
 Ora os ventos polares enfrentando,
 Ora cortando, calmo, o róseo espaço,
 Até que alcança as altaneiras águias.
 Crêem ver nele as aves uma fenix
 Que cortasse os espaços, solitária,
 Em procura da Tebas egipciana,
 Para os restos mortais no radioso
 Templo do Sol guardar.

      Eae Pessoal Beleza? Estamos Voltando com o Blog UHUUUU (risos) , bom eu é edu estavamos muito ocupados eu com os estudos é ele com o trabalho, é sem tempo para postar no blog, desculpe-nos pela demora para postar, bem tão é isso povão até o proximo post...

Fonte:
O Livro de Ouro  Da Mitologia...

terça-feira, 2 de abril de 2013

Uma rua inteira mal-assombrada


Uma rua inteira mal-assombrada


Da chamada avenida Malaquias, que liga as estradas de Dois
Irmãos e do Arraial, e é hoje uma rua banal, já se disse que teve
fama de ser ela inteira mal-assombrada. Ainda a conheci com
suas velhas e grandes jaqueiras e mangueiras e quase sem uma
casa por trás dos muros altos, onde de dia os moleques se
divertiam traçando calungas e sinais obscenos. Os mais doutos,
escrevendo palavrões de arrepiar a própria gente grande. Parecia a
chamada avenida um resto de mata, fantasiado de rua; e a rua,
uma caricatura de avenida.
Mais de um homem incauto foi assassinado à sombra
daquelas jaqueiras tristonhas e gordas. Ficou célebre o
assassinato do chefe da estação de Ponte d’Uchoa. Uma cruz de
pau recorda ainda hoje esse crime.
No tempo da iluminação a gás, a chamada avenida
Malaquias era o pavor dos acendedores de lampião. Mais de um
acendedor correu gritando como um menino com medo,
apavorado com assombração na avenida. Vultos brancos debaixo
das jaqueiras ou espojando-se na lama: talvez lobisomens
cumprindo o fado. Bichos estranhos às carreiras: talvez mulassem-
cabeça. Mulas-de-padre, vindas do lado Capunga. E vozes.
Vozes estranhas. Vozes do outro mundo. Uma, certo acendedor de
lampião ouviu-a bem ao pé do ouvido. Obrigou-o a fala fanhosa de
duende a correr como um doido para a padaria do Castor, sem
mais querer saber de apagar lampiões naquele ermo.
Dizia a voz: “Não me deixes no escuro!” O que contraria
quase tudo que se sabe a respeito de fantasmas. Os ortodoxos são
amigos do escuro e inimigos das luzes de lampião e até de
lamparina.

Foto ilustrativa (Rua do Bom Jesus)



Esse é um conto presente no livro "Assombrações do Recife Velho" do grande Gilberto Freyre, onde reúne contos sobre a cidade do Recife-PE.
Eu super indico esse obra literária  que pode ser encontrada para Download na Web ou em grandes livrarias.


Fonte:  

Gilberto Freyre: Assombrações do Recife Velho

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A Boceta de Pandora

A Caixa de Pandora



Na Ilíada, épico poema grego que narra os acontecimentos ocorridos no período de pouco mais de 50 dias durante o décimo e último ano da Guerra de Troia, no verso 527 e seguintes, conta-se que, na casa de Zeus havia dua jarras uma que carregava os bens do mundo, e a outra os males do mundo.

A Caixa de Pandora também chamada por Boceta de Pandora, é um artefato presente na mitologia grega, tirado do mito da criação de Pandora, que foi a primeira mulher criada pelo senhor dos raios, Zeus, que por sua vez deu a pandora a jarra que continha todos os males do mundo.

Pandora com sua curiosidade, abriu a boceta ou a caixa, como preferir, fazendo com que todos os males escapassem, exceto um. O item restante na jarra foi a esperança, no qual a razão para a permanência da esperança ainda precisa de melhores traduções do texto grego original, pois o termo empregado em grego é ; ἐλπίς elpís, que pode ser a espera de algo, o que pode-se traduzir como esperança ou antecipação.
 O nome Pandora vem de; Panta Dôra ( Que tem todos os dons ), ou ainda Pantôn Dôra ( Que possui os dons de todos os deuses ).


Hoje em dia "Caixa de Pandora" virou uma expressão que significa, "Liberar um grande mal que não pode ser desfeito.

Duendes



Duendes

Duendes são criaturas míticas, representantes do elemento da terra, descritos como pequenos seres de orelhas pontudas, olhos pequenos, grandes sobrancelhas e barba e sorriso bastante esquisito. são extremamente brincalhões, e protegem as árvores, florestas e campos. Alimentam-se de frutas principalmente, porém adoram doces e biscoitos, e revelam um carinho especial pelas maçãs. Quando um duende recebe uma maçã como presente, conservam a maçã pelo máximo tempo que conseguem.

Duendes são criaturas da mitologia europeia, semelhante as fadas, porém existem variações e também varias associações em diferentes tradições de vários países. Encontram-se associados aos s, aos Nisse dinamarqueses-noruegueses, aos irlandeses clurichaun, Brownies escoceses, Leprechauns e Far Darrig, ao francês nain rouge, aos manx fenodyree e Mooinjer Veggey, ao galês tylwyth teg e ao sueco Tomte.

São por natureza, criaturas comunicativas e amistosas, andam em bandos e são altamente miméticos nos seus hábitos, nos seus modos de vestir, de brincar e de trabalhar. Como seu elemento é a terra, possuem eles muita coisa comum com a simplicidade rústica do lavrador. Aparentemente, o tipo é de origem medieval, pelo menos o seu aspecto presente é com certeza modelado a partir do homem do campo daquele período.





Fontes: 

http://www.reinoencantado.blogger.com.br/duendes.txt

sexta-feira, 29 de março de 2013

A Condessa Sangrenta

A Condessa Sangrenta


A Condessa Elizabeth Bathory (Erzsebet Báthory, do original), menina batuta, cresceu como uma das personalidades mais loucas do mundo, tão louca que recebeu o apelido carinhoso de " A Condessa de Sangue ou Condessa Sangrenta".

Nascida em 1560, de famílias aristocráticas da Hungria,  cresceu numa época em que as forças turcas conquistaram a maior parte do território Húngaro, sendo campo de batalhas entre Turquia e Áustria. Vários autores consideram esse o grande motivo de todo o seu sadismo, já que conviveu com todo o tipo de atrocidades quando criança, vendo inclusive suas irmãs sendo violentadas e mortas por rebeldes em um ataque ao seu castelo. Como se  já não fosse traumático o ambiente onde vivia a pequena e doce Elizabeth sofria do doenças repentinas e epilepsia acompanhadas de um comportamento de ira incontrolável. 
Apesar destes problemas era uma menina extremamente inteligente para sua época, e era poliglota, tendo fluência em Húngaro, Alemão e Latim. E por mais que tivesses prazeres sanguinários, o pior é que ela estava em plenas faculdades mentais.

Bonita, inteligente, noiva do Conde Ferenc Nadasdy, resolveu pular a cerca e engravidou de um camponês, fugiu por uns tempos para disfarçar e não por em risco o casamento; que ocorreu em maio de 1575. Seu marido era um oficial do exército que, dentre os turcos, ganhou fama de ser cruel. Quando não estava no campo de batalha, ensinava a sua querida esposa a cuidar dos seus criados indisciplinados, mesmo sem saber que estava tentando ensinar ao diabo como fazer as pessoas sentirem dor.


Elizabeth quando adulta era uma das mais belas aristocratas da época, cuja beleza lhe fazia acima de qualquer suspeita de que ela possuía um mórbido prazer em ver o sofrimento alheio. Mesmo numa época em que os castigos eram comuns para os serventes, as torturas da Elizabeth tinham potencial para ganhar uma estrela da fama no inferno. Era tão prazeroso as suas torturas que ela não se contentava com a punição dos que não cumpriam as regras, e procurava ou inventava motivos para começar uma nova tortura, sendo capaz de causar a desaprovação geral da sociedade contemporânea. Elizabeth enfiava agulhas embaixo das unhas de seus criados. Certa vez, num acesso de raiva, chegou a abrir a mandíbula de uma serva até que os cantos da boca se rasgassem. Ganhou a fama de ser "vampira" por morder e dilacerar a carne de suas criadas. Há relatos de que numa certa ocasião, uma de suas criadas puxou seu cabelo acidentalmente aos escová-los. Tomada por uma ira incontrolável, Bathory a espancou até a morte. Dessa forma, ao espirrar o sangue em sua mão, se encantou em vê-lo clarear sua pele depois de seco. Daí vem a lenda de que a Condessa se banhava em sangue para permanecer jovem eternamente.

Por volta de 1585, Elizabeth deu à luz uma menina que chamou de Anna, nove anos depois, deu à luz a Ursula e Katherina, e em 1598, nasceu o seu primeiro filho, Paul. Tirando o fato de ser maníaca sanguinária, Elizabeth era uma boa mãe e  esposa, a  julgar pelas cartas enviadas pelos seus parentes, o que era de se esperar já que os criados na sociedade da época eram tratador de forma diferente da família.

Em 1604 Elizabeth fica viúva e muda-se para Viena, onde seus atos de crueldade ficam piores e mais indiscretos. Em sua solidão Elizabeth encontrar logo uma nova companhia, Anna Darvulia, que lhe ensinou novas técnicas de torturas e se tornou ativa nos sádicos banhos de sangue. Durante o inverno, a Condessa jogava suas criadas na neve e as banhava com água fria, congelando-as até a morte. E no verão não era muito diferente, deixava a vítima amarrada banhada em mel, para os insetos devorarem-na viva. Marcava as criadas mais indisciplinadas com ferro quente no rosto ou em lugares sensíveis, e chegou a incendiar os pelos pubianos de algumas delas. Em seu porão, mandou fazer uma jaula onde a vítima fosse torturada pouco a pouco, erguendo-a de encontro a estacas afiadas. Gostava dos gritos de desespero e sentia mais prazer quando o sangue banhava todo seu rosto e roupas, tendo que ir limpar-se para continuar o ato.

Quando Darvulia adoeceu, Isabel se voltou para Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino. Majorova parece ter sido responsável pelo declínio mental final de Isabel, ao encorajá-la a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas às quais bebia o sangue. Em virtude de estar tendo dificuldade para arregimentar mais jovens como servas à medida que os rumores sobre suas atividades se espalhavam pelas redondezas, Erzsébet seguiu os conselhos de Majorova. Em 1609, ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio. Além disso, começou a cometer alguns deslizes, tais como deixar corpos aos arredores de sua moradia, chamando atenção dos moradores e autoridades.


Em 1610, com a frequência de suas torturas e deslizes, foi alvo de investigação, e assim abrindo uma ótima para a Coroa que, mantinha os olhos em suas terras já que seu finado marido tinha uma série de dividas com a mesma.  Em Dezembro de 1610 foi julgada e presa. E em janeiro de 1611 foi apresentada uma nova prova, um diário de anotações escritas por Elizabeth, onde listava nada mais nada menos que 650 vítimas aproximadamente. Assim foi condenada a prisão perpétua numa torre do seu próprio castelo onde não havia portas e janelas a não ser um espaço para entrada de ar e comida. Seus cúmplices foram condenados a morte.
Ficou presa até sua morte em 21 de agosto de 1614. Foi sepultada nas terras de Bathory, em Ecsed. O seu corpo deveria ter sido enterrado na igreja da cidade de Csejthe, mas os habitantes acharam repugnante a idéia de ter a "Infame Senhora" sepultada na cidade.
Até hoje, o nome Erzsebet Báthory é sinônimo de beleza e maldade para os povos de toda a Europa.




Fontes:






Novidades!



A partir de segunda-feira dia 01 de abril, estaremos abrindo uma nova sessão no blog, esta sessão tratará de falar sobre as criaturas sobrenaturais que assombram o mundo! Então convido todos para essa estréia.


Gente não esquecer dos comentários e das enquete, que são importantíssimas para nós sabermos o que vocês gostam de ver por aqui! ok ?


abraçaeew galeree

sábado, 16 de março de 2013

Mudanças!



Boa noite galera leitora do King Box, gostaria de lembrar a vocês que o temos a intensão de melhorar o conteúdo que apresentamos para vocês que fazem parte de nosso blog, pensando nisso disponibilizamos a dois dias atrás uma enquete para que seja colocado em evidência os assuntos fazem a cabeça de vocês.


Sozinho!

Sozinho

 Por algum motivo, essa noite não lembro a hora que eu deitei em minha cama, só lembro-me de ter fechado os olhos no meu sofá e ter acordado nos limites de uma cidade desconhecida, eu olhei a estrada e a única ponte de acesso a cidade havia caído no misterioso lago de águas escuras como a noite, o céu estava nublado e fazia muito frio, comecei a caminhar tentando achar alguém que me ajudasse... Entrei em um banheiro publico e encontrei uma placa na parede escrita "SAIA DA CIDADE AGORA!" não entendi muito bem o porquê dessa placa, todos os boxes do banheiro estavam com a porta quebrada... Há não ser uma porta que estava um pouco aberta e entrei lá com toda coragem, e só havia outra placa escrita "MUITO CUIDADO COM ESSA CIDADE AMALDIÇOADA" comecei a me preocupar... Virei-me rapidamente pra sair de lá, e vi algo que me intrigou colado na parte de trás da porta do banheiro... Uma foice... Eu a peguei-a e sair correndo do banheiro, nesse lugar tinha uma paisagem linda do lago... Quase que hipnotizante, e a minha esquerda havia uma enorme estrada de terra, comecei a correr por ela, corri como nunca antes e por causa do mal tempo não estava enxergando muito bem o que estava à minha frente, mas no meio de tantas arvores e pela névoa surgiram vários prédios no meio de um deles havia um beco escuro. Era minha única saída... Estava muito escuro eu não enxergava nada, mas vi um brilhozinho entre os canos era um isqueiro... Quando o acendi vi uma escada de descer enorme começou a descer aquela escada que parecia não ter fim quando escutei algo perturbador, uma sirene daquelas de ambulância era ensurdecedor, meu isqueiro apagou e ascendeu de repente, o lugar todo estava mudado havia sangue nas paredes, corpos pendurados no teto, o fedor estava insuportável àquele era o cheiro da morte... Continuei pelo corredor até achar uma porta, o barulho de metal arrastando estava muito alto abrir a porta e pensei "o que mais de ruim poderia acontecer?" Vi uma luz através de uma porta, quando a abrir vi que era pro "nada" não tinha nada do outro lado, fechei a porta... Eu estava tremendo e suando frio, vi outra porta segurei a foice com força e abrir a porta rapidamente, não tinha nada de mais lá só uma escada... Descendo... Desci a escada e vi outro corredor, passei por lá com a maior cautela e no final havia uma luz, eu abrir um sorriso e subi as escadas correndo, e já abrindo a porta sem nem querer saber o que tinha lá eu estava de volta às ruas, a minha direita tinha um condomínio, entrei lá e fui pra recepção e li duas placas "você precisa de uma chave?" Havia uma chave presa na placa, mas de que quarto era a droga dessa chave? Mas minha resposta estava na outra placa "405-C" comecei a procurar esse quarto talvez minha liberdade estivesse lá... Achei no bloco C quarto 405 entrei nesse bendito quarto, e não tinha nada só um buraco e uma placa escrito "pule" eu achei aquilo loucura eu não iria pular em buraco sem fim... Quando de repente sinto algo rasgando minhas costas eu gritei bem algo sentir como se tivessem queimando minhas costas, cai no buraco e acordei com muita dor e mancando... A queda foi feia, agarrei a foice e ouvi novamente aquela sirene, tudo foi pra merda novamente, comecei a ir mancando e gemendo de dor até que encontrei uma porta dupla, a abrir e vi algo que me intrigou um vaso com uma flor roxa, que brilhava intensamente... O que havia em volta dela estava normal e não corrompido como o resto do prédio, vi outra porta e a atravessei e pulou um monstro na minha frente, ele me cortou no peito com uma faca, e eu não tive receio e cravei a foice no peito dele, e sai correndo muito devagar por causa dos ferimentos, passei por uma enorme ponte e o bicho ainda estava atrás de mim, eu passei por uma porta e a tranquei nesse momento eu estava num quarto de um menino, com um quadro de vários corpos pendurados era muito macabro aquilo tudo, mas algo me chamou a atenção havia uma placa na parece escrito "diga em voz alta TENEBRIS ABIRE" não hesitei afinal eu estava machucado e indefeso, quando eu disse aquilo tudo voltou ao normal e o quadro na parede se tornou um inocente desenho de criança, eu sai dali mancando ainda e notei que eu estava numa casa, no fim do corredor tinha uma porta, e uma placa colada nela "depois daqui já não há mais volta" eu ignorei e abrir a porta, era tudo branco a porta pela qual eu passei havia sumido eu estava em nenhum lugar... La só tinha uma placa e um buraco... Na placa estava escrito "morte e sua saída agora" o homem que tinha escrito todas as placas me ajudando, estava pedindo pra eu me matar naquele momento? Eu disse "foda-se, não tenho nada a perder" e pulei no buraco, tudo havia ficado branco... Eu morri... Mas acordei rapidamente na minha cama, e gritei "ahh!!foi tudo um sonho?" Claro que foi um sonho levantei com sede, e fui beber agua na cozinha, mas algo fez eu derrubar a garrafa de agua, fez eu tremer na base era um quadro com o condomínio maldito, escrito com sangue "volte sempre" eu corri para a o banheiro, e tirei a camisa, e me olhei no espelho...estava lá, os cortes que eu havia levado nas costas e no peito...fiquei em choque com aquilo "tudo aquilo não foi um sonho..."

Eae! Espero que tenham gostado do post, foi feito pelo nosso leitor Caio Murilo obrigado Caio por ter nos mandado essa historia, em tão até o proximo post fuiii...

Damn Circus!


                                                        damn circus

Quando eu era pequeno, sempre tive vontade de ir ao circo, mas nunca tive essa chance, por que na minha cidade não tinha é nem passavam, mais quando eu fiquei adolescente, até que simplesmente, um circo estranho, caindo aos pedaços vem fazer uma apresentação na cidade, o estranho e que como aquele circo se mantinha em ``Pé”, eu nunca fui a um circo, mais eu via pela televisão, que eles eram grandes, bonitos é coloridos, já esse em volta dele eu sentia , que ele tinha alguma coisa a mas como se ele guarda-se um segredo maligno, mais o que seria esse segredo?

Até que chegou o dia da apresentação do circo, a cidade onde eu morava era pequena e tinha um população pequena, mas ou menos  cinco mil habitantes, 25% da população comprou o ingresso, é eu fui um dos 25%, era segunda- feira  dia 1 de agosto de 1999, começou a apresentação do circo, primeiro apareceu  alguns palhaços até ai tudo normal, quando eu consegui ver que um dos palhaços estava sangrando, acho que só eu conseguia ver, ou talvez era só maquiagem...

Estava perto de acabar a apresentação, só que uma coisa me chamou a atenção, não apareceu nenhum apresentador do circo, pedindo obrigado nada disso, só apareceu os palhaços e alguns malabaristas muito estranhos, em tão quando acabou o show (Risos,Risos), esperei todos saírem acho que já era meia noite, se não me engano. Eu vi os palhaços e malabaristas entrarem em uma tenda muito estranha, consegui  me esconder e ouvir o que eles estavam falando, também consegui ver, um velho gordo, falando besteiras, falando...
Velho Gordo: O Ritual vai estar pronto, em algumas horas tragam-me , uma garota ou garoto virgem, talvez com ela ou ele  não voltaremos a ser aquilo...
Malabarista: mais senhor DraksWood,  o que o senhor vai fazer com a garota ou garoto?
Velho Gordo: Vocês vão ver, na hora certa e no horário certo...
A partir dali eu já estava achando que eles eram loucos, mas... Que ritual seria esse? Eu esperei um pouco mais, já tinha passado da meia noite, até que chegou um dos malabaristas segurando uma garota, ela estava inconsciente eles levaram ela até um dos caminhões, eu consegui entrar antes que a porta se fecha-se...

Aquele caminhão... Não sei o que dizer, ele parecia um açougue, corpos pendurados por ganchos que pareciam bem afiados, eu andei devagar para que não me notassem, talvez eu conseguisse ajudar a garota, só me resta tentar...

Eu consegui achar, uma pistola não sei atirar, mas possa ser-me útil logo, logo, eles deixarão ela em cima de uma mesa, prenderão ela na mesa com correntes, aquele velho gordo acho que o nome dele é DraksWood, pelo que o malabarista falou, ele pegou um faca ele tentou esfaquear a menina, mais eu consegui  impedi-lo  atirando para cima com a arma, que eu achei no chão do caminhão mesmo não sabendo, o motivo de ela estar ali...

O velho Gordo se assustou e se escondeu atrás dos capangas, eu não vi um deles estava atrás de min, e me deu um pancada na cabeça..

Acordei com a cabeça doendo latejando em dor, eu estava pendurado preso em uma corda, eu vi a menina estava morta, acho que eu também vou morrer, mais tenho que tentar sair  desse lugar pelo menos, consegui me soltar da corda, mais me cortei quando cai estava escuro acho que em algum quarto, consegui achar a porta de tanto empurrar a porta consegui abri-la, consegui fugir daquele lugar miserável, talvez não , mais vou continuar a sobreviver a esses monstros talvez eu já esteja morto, ou não pesadelo ou realidade, nenhum dos dois me agrada.

Em tão eu acordei...

Eae! Espero que gostaram desse post, foi feito por min Victor serio '-', em tão até o proximo post comentem se gostam, sua opnião e muito importante. Fuiii

quinta-feira, 14 de março de 2013

Medo


Medo


Um dia desses andando, pela rua passei, por um prédio abandonado, escuro, janelas quebradas, fazendo com que parecesse, um castelo mal assombrado, mas oque mais me chamava atenção era que, toda vez que eu olhava para o prédio, eu sentia que tinha alguém me observando por ele.

Mas por que eu achava isso? Eu não sei dizer, tudo que eu sei, e que eu tinha medo de saber, mas o que teria nesse prédio que me faz sentir isso? Eu também não sei. Até que eu tive coragem de entrar nele, levei tudo que eu podia precisar celular, lanterna, entre outras coisas.

Entrei no prédio, por uma janela quebrada  creio que fosse do primeiro andar, o estranho era que não tinha nenhum mendigo, que normalmente usam esses lugares “ abandonados”, como refugio ou como lar mesmo, imaginei que tira pelo menos alguns guardas vigiando o lugar, pelo menos, pensei errado.

Talvez tudo que eu vi no prédio, possa ser paranoia da minha cabeça, ou não talvez  fosse a realidade, que não vemos .Creio que eu cheguei no centro do prédio, eu já estava perdido não sabia a onde mas ir, até dentro do prédio eu sentia que estava sendo observado, mas desta vez eu tinha certeza alguém estava me observando, eu vi , eu vi , aqueles olhos  azuis, parecendo um anjo,  só que sem asas angelicais, a face toda  dilacerada, como se fosse ele mesmo que tivesse feito isso nele, eu tentei  fugir dele , mas o prédio parecia mais um labirinto, até que começou a aparecer aqueles corpos, com as tripas os órgãos todos para fora, talvez eu não fosse o único que tivesse  ido nesse lugar medonho,  talvez ele escolhesse as pessoas, que ele quer matar ou comer oque quer se seja que ele faça, eu não quero mais estar aqui para saber.

Eu não sei oque fazer, ele me persegue mas não faz nada, talvez ele tenha medo de min ou talvez ele quer que eu pense isso, será?. Agora tudo mudou ele parou de me seguir, mas eu sinto que ele esta perto, mas onde? De onde vêm essas sombras, parem de me atormentar.
O que é ser esse Ser que apareceu agora? , talvez seja o verdadeiro medo em pessoa?
Será que eu estou morto? Ou estou tentando sobreviver no meio desse labirinto escuro?
Perguntas e mais perguntas, por que não consigo, responde-las.

Tenho que tentar deixar minha mente livre desse pesadelo, ou seja lá que isso for, caminhei e caminhei,  chegando a lugar nenhum, onde esta o ser que me perseguia ? onde?...
Ate que eu ouvi uma voz sussurrando meu nome, John. John... você acredita em min ?
Quem ser você ? Eu sou tudo aquilo que você sempre temeu, sempre teve medo. Por que você quer me ajudar agora? Por que eu vejo que você, necessita da minha ajuda.

A voz sumiu, gritei varias vezes por ela, mesmo não sabendo o nome, andei e andei mais nesse labirinto ate que eu vejo aqueles olhos azuis e a cara dilacerada, eu corri o mais rápido que pude, mais para onde eu ia eu via corpos abertos sangrando, sangue nas paredes, até que eu não consegui mais fugir, ele conseguiu me pegar? Talvez não, eu consigo me movimentar, pouco mais consigo,  o único jeito que eu encontrei  foi  tentar  falar com aquela voz,
até que eu consegui . 
Voz: tudo que você precisa fazer,  e eliminar esse medo que você tem dentro de você.
John: mais por que?
Voz: por que ele vai usar tudo, que você tem medo contra você.
John: ok
...
Eu entendi o que eu tinha que fazer, mas não sabia como, parei um pouco pensei  e me matei, acho que esse era o único jeito, me suicidar, o meu maior medo era nunca morrer, até que eu superei e me matei.  A menos que......

Acorde... Acorde.....Acorde!

Até que eu abri os olhos, e continuei sendo atormentador por aquela besta de olhos azuis parecendo um anjo, sem asas angélicas, e com o rosto todo dilacerado....

terça-feira, 12 de março de 2013

Darkstalkers Ressurrection!

Isso mesmo como diz o título, para os fãns de Darkstarlkers, e tem saudades do jogo dos anos 90, que mistura personagens monstruosos  e do visual de desenho animado. nesta terça- feira (12), a capcom lançou a coletânea (DarkStalkers Ressurrection" para PS3(playstation 3) e Xbox 360,para deixar os fãs menos órfãos e para que os jogadores mais jovens possam conhecer o jogo.

O Título é vendido vendido por US$ 15 ( no brasil 31 reais)- 1200 Microsoft  Points  no X360(Xbox), na loja virtual dos dois consoles(PS3 e Xbox),O pacote traz dois dos melhores games da série: "Night Warriors: Darkstalkers’ Revenge" e "Darkstalkers 3", o segundo e o terceiro jogos da franquia lançados em 1995 e 1997, respectivamente. Para trocar o game, é necessário pressionar o botão Select no controle do PS3 ou Back no do X360.

O grande destaque de , contudo, é a possibilidade de partidas on-line, isso mermo online, em uma tecnologia que a Capcom acredita que melhorar consideravelmente a experiência mesmo em conexões de baixa velocidade. Chamado de GGPO, sigla para "Good Game Peace Out", o sistema calcula o movimento dos dois jogadores ao mesmo tempo e os devolve para cada um deles, separadamente. Isso permite que as partidas não tenham atrasos - os chamados "lags" - e sejam sincronizadas entre os dois jogadores.

Eae! Espero que tenham gostado do post, se vcs gostaram comentem, sua opnião e muito importante para nos... Até o proximo post pessoal fuii!

Os Caroneiros Negros!


Desde que conheci esta área de contos de terror, venho tendo vontade de compartilhar uma história que aprendi nos postos de gasolina enquanto acompanhava meu pai que é motorista de caminhão, mas vinha adiando, pois não conseguia descobrir o real nome dessa assombração, mas hoje de madrugada ao me deparar com ela de novo, resolvi compartilha-la pelo nome como ela é chamada nas estradas...   Os Caroneiros Negros.

Faz anos que ninguém comenta mais sobre essa assombração, provavelmente porque ela aparece apenas pra quem comente atrocidades ao volante e normalmente estão sob efeito de alguma droga (normalmente o rebite) e sua aparição é tida como alucinação ou são mortas por ela. Sim essa assombração mata! Mata da mesma maneira como morreu, ela aparece quando alguém morre por algum acidente de transito e não se conforma sob as condições de sua morte, então fica zanzando pelas estradas procurando algo que às vezes nem elas sabem o q é.
Esta madrugada levantei cedo pra pegar carona e voltar pra cidade onde faço faculdade, era 04h00min quando caímos na estrada, por volta das 04h30min, talvez ainda antes, tive uma súbita ânsia de vomito, e devido a ter crescido na estrada isso não é normal pra mim, olho para o motorista do caminhão e notei que ele também tinha sentido a mesma coisa, ao mesmo tempo. Neste mesmo instante lembrei-me de uma moça, de uns 30 anos se muito, que havia morrido a uns 20 km dali 3 dias antes por embriaguez ao volante (o que explica a ânsia de vomito de dois indivíduos ao mesmo tempo), ela era prostituta e voltava do “serviço” quando se acidentou, capotando o carro, sendo arremessada pra fora e esmagada por ele, a outra acompanhante que usava o cinto de segurança teve apenas escoriações leves, mas ela morreu na hora, deixando um filho de 12 anos sozinho em casa. Isto é motivo o suficiente para acreditar que sua alma esta indo atrás de seu filho para ver se ele esta bem, porem, devido às condições que levaram à sua morte ela não pode escapar da sua sina: A de punir todos aqueles que cometam qualquer ato de descuido ao guiar um veiculo que cruzarem seu caminho.
Quando alguém cruzar pela primeira vez com um caroneiro negro, sentira uma amostra das condições de como este morreu, no nosso caso a ânsia de vomito devido à embriaguez da moça, através deste ato nada sutil o caroneiro negro descobrira se quem dirige cometeu qualquer desleixe ao volante, caso negativo ele simplesmente te deixa passar e te esquece, mas caso afirmativo, ele volta...
Não importa se você está dirigindo com sono, alcoolizado ou sob efeito de remédios que inibiam de guiar, se apenas ultrapassou em local inadequado ou está abusando da velocidade. Para eles você é um infrator a vida! E como tal deve pagar com a sua por colocar a vida de terceiros em risco.
Nunca achaste estranho que após uma morte por imprudência que seja fatal, outros acidentes com imprudência ao volante próximos a este também sejam fatais? Os caroneiros negros se asseguram que seus acusados não sobrevivam.
Mas afinal de contas por que eles se chamam caroneiros negros?
Simples, após encontrarem um infrator eles reaparecem a sua frente no acostamento como se fosse uma pessoa usando vestes negras e pedindo carona. A primeira opção é caso você de carona ao espírito. Neste caso ele entra e fecha a porta olha pra você e desaparece... Bem, na verdade ele ainda está ali, te olhando e cuidando cada movimento seu ao volante e garantindo que a sua próxima imprudência ao volante seja a ultima. Ele só ira largar de acompanhar o motorista quando este chegar ao seu destino. A segunda opção é caso você não de carona, estaria a salvo? Nem pense besteira desde quando um espírito vingativo libera alguém tão fácil. Ele irá reaparecer a sua frente a cada misero km rodado, e não é porque ele está lá fora que ele te cuida de maneira diferente. Ele vai te acompanhar o percurso inteiro, mas normalmente quem fica revendo a assombração no acostamento surta, comete algum erro e morre, ou vai dizer que nunca ouviu de alguém bater numa curva pro lado de dentro da curva ou simplesmente perder o controle do carro e capotar em plena reta?
Mas então devo dar ou não carona a eles?
Não sei o quanto o medo pode afetar o raciocínio de uma pessoa, mas eu daria carona pois já ouvi essa história bem mais vezes de gente que conta que deu carona do que de gente que não deu!

Devido aos longos percursos não é raro de dois caroneiros negros andarem juntos ou de vierem a se acumular em um único veiculo e se tem coisa pior do que ter uma alma penada no seu pé, é ter duas almas penadas no seu pé!
Você pode achar isso uma história para assustar crianças nos postos de gasolinas, uma desculpa esfarrapada para mortes inexplicáveis ou até alucinações de pessoas sob efeito do sono ou de dopantes como o álcool, drogas ou remédios impróprios para dirigir (principalmente os com propriedades alucinógenas como o rebite), eu sinceramente não ligo. Mas há quem jure que os viu, se bem que meu primo que fazia horas na estrada a base de rebite jure que viu o cara do pânico (aquele da mascara branca) no acostamento, se bem que no caso dele isso foi uma alucinação. Ou será que não?

Eae! Espero que gostem do post, foi feito pelo nosso Leitor Anades, muito obrigado por ter mandado, para nos.... até o proximo post pessoal fui!

domingo, 10 de março de 2013

the devil's dressing.

                                               the devil's dressing

 Era mais uma aula chata de matemática. Estávamos aprendendo sobre equações de 2º grau, mas eu não conseguia me concentrar na aula. Não conseguia parar de pensar na história que Deivid havia me enviado no Facebook, sobre uma famosa lenda da escola. Muitos alunos acreditavam que o vestiário abandonado era assombrado, tudo isso porque há alguns anos atrás três alunas foram encontradas mortas misteriosamente no vestiário, que hoje fica fechado, e a morte delas ainda é um mistério. Apesar de o vestiário ficar sempre fechado, era possível ouvir barulhos estranhos sempre que eu passava em frente a ele, já que ele fica perto do ginásio da escola. E sempre que eu e meus três melhores amigos Deivid, Leandro e Matheus e vários outros alunos passávamos em frente a ele, era possível ouvir barulhos misteriosos como batidas na porta, arrastar de correntes, e até mesmo uma voz demoníaca e grossa que às vezes ouvia chamar o meu nome. Como eu sempre fui muito fã de mistérios e coisas sobrenaturais eu tive a ideia de ir ate ao vestiário abandonado e descobrir se realmente tinha algo de anormal nele ou se era tudo coisa da minha cabeça.

- O que você acha da gente ir ate o vestiário mais tarde e descobrir se tem alguma coisa lá? – perguntei a Deivid.
- Fala sério? Você acredita nessas lendas idiotas de que o vestiário é assombrado, que tem um demônio lá dentro? Isso é historia pra botar medo em criança, você já tem 14 anos e ainda acredita nisso?
- Se você não acredita nisso então porque me mandou isso no facebook? Não me diga que você esta com medo de ir lá!
 - Eu só te mandei aquilo porque todo mundo estava falando sobre a lenda, eu não acredito nessas besteiras e não tenho medo de nada. Se você esta querendo tanto ir ao vestiário abandonado, então vamos ir!
 - Então tá. 19 horas em ponto agente se encontra em frente ao vestiário abandonado. - Mais o vestiário fica fechado. Como agente vai entrar lá dentro?
 - Eu fui à sala da direção hoje antes da aula pra pegar a minha prova de português e conseguir pegar a chave sem a dona ver.
 - Então tá. Vou chamar o Leandro e o Matheus, vai ser legal pra botar medo neles…
- Combinado. 19 horas então. Finalmente a aula já estava acabando, não tirava os olhos do relógio esperando o sinal bater pra eu ir embora. Quando ele finalmente bateu, eu sai correndo pra chegar rápido em casa.

Já estava anoitecendo. Era umas 18:45 quando eu cheguei na escola e fui imediatamente ate o vestiário. Ninguém havia chegado ainda então eu encostei os meus ouvidos na porta do vestiário e ouço uns passos fortes e uns barulhos estranhos, como se fossem garras arranhando as paredes, e uma voz demoníaca chamava o meu nome insistentemente. O meu coração começou a ficar acelerado e eu estava tremendo, eu sentia que o medo estava se espalhando por mim. Então uma mão tocou o meu ombro. Eu levei um susto, ao me virar eu vi que era o Matheus que havia me assustado.
- Será que o Deivid e o Leandro vão vir? Eles ainda não chegaram – Eu disse preocupado e muito assustado.
 - Eles devem vir, ainda não é 19:00h. Daqui a pouco eles chegam. – responde Matheus. Pouco tempo se passa e Deivid e Leandro chegam rindo da minha cara de medo.
- Não acredito que eu vim aqui por que você acredita nessas lendas idiotas. É obvio que é tudo mentira! – Leandro diz ironicamente

Ainda com muito medo eu pego a chave do meu bolso. Tinha um monte de chaves então eu vou tentando um por uma, tremendo de medo do que poderia estar lá dentro. Depois de um monte de tentativas finalmente eu consigo abrir a porta.

 Então entramos todos juntos no vestiário, ele estava muito sujo, cheio de poeira, tinha ate baratas andando lá dentro, afinal fazia muito tempo que ninguém entrava lá. Não havia absolutamente nada de anormal nele, nesse momento eu fiquei aliviado e desapontado ao mesmo tempo. Quando agente se preparava para ir embora a porta se fecha sozinha, Deivid vai ate a porta para tentar abri-la mais não adiantou, estávamos trancados dentro do vestiário. Nesse momento começamos a ouvir um passo vindo do final do corredor junto com um arrastar de correntes que fazia um barulho Horrível e macabro. Eu fiquei desesperado, com medo do que podia aparecer. Deivid, Leandro e Matheus ficam espantados e nem se quiser conseguem dizer algo de tanto medo, no final do corredor ele aparece. Era a coisa mais horrível e tenebrosa que eu já vi na minha vida. Era tão horrível que não tenho palavras para descrevê-lo. Ele era todo escuro, seus olhos eram vermelhos como fogo, e ele tinha dentes enormes e afiados como de um tigre e uma calda preta além de garras enormes como de um urso, e ele andava arrastando três correntes. Enquanto ele andava em nossa direção, soltava uma risada maligna e sua voz demoníaca dizia coisas que não faziam sentido. Nesse momento agente tentava abrir a porta desesperadamente mais não conseguíamos. Eu paralisei e comecei a chorar enquanto meu coração estava a mil, eu sentei naquele chão imundo e sem conseguir fazer nada eu o via se aproximando. Deivid, Leandro e Matheus gritavam sem parar pedindo socorro enquanto isso minha vista ficava fraca e eu não conseguia ver quase nada, comecei a passar mal e fui paralisando aos poucos e então eu desmaiei.

Quando eu acordei já era quase meia noite minha cabeça estava doendo e quando me levantei eu vi o corpo dos meus amigos todos mutilados. Os pés e as mãos estavam arrancados e os órgãos todos pra fora, um banho de sangue. A cabeça deles havia sido arrancada e fincada no teto com uma estaca de madeira, a escola estava cheia de policiais e peritos que fotografavam toda a cena sem entender o que poderia ter feito aquilo.
No espelho estava escrito com sangue a seguinte frase:

“Vocês podem não acreditar que eu existo, mais eu acredito em vocês.” Um policial me leva pra fora do vestiário enquanto eu fico paralisado sem entender o que havia acontecido, quando eu saio pra fora estava cheio de repórteres, policiais e curiosos querendo saber o que havia acontecido. Entre eles minha mãe e as mães dos meus amigos.

Muito tempo se passou e ate hoje eu não consigo entender o que aconteceu. Ninguém acredita no que eu digo e eu não sei por que aquela coisa não me matou. Eu saí da escola e mudei de cidade para tentar esquecer o que aconteceu, a escola ainda está aberta, e o vestiário permanece fechado até hoje. Muita gente diz que quando passa em frente ao vestiário ainda é possível ouvir uma risada maléfica e barulhos estranhos.

Eae! Espero que vocês tenham gostado do post, se gostaram comentem em tão até o proximo post fuii...

sexta-feira, 8 de março de 2013

Pesadelo...

Pesadelo Meu maior pesadelo ocorreu quando ainda era um adolescente. Eu estava dentro de um hotel, e nele, era um detetive forense.

 Cercado por um grupo de policiais, eu fui levado a um quarto de hotel em um andar muito alto. Ao chegar à porta, de número 167, fui colocado lá dentro. Um dos policiais fechou a porta atrás de mim e começou a desesperadamente bloquea-la fora, gritando pela porta e explicando que esta foi uma "simples precaução tomada a fim de evitar que o assassino tentasse voltar à cena do crime para acabar com as provas".

 Eu (desconfiado com toda aquela situação, mas focado em meu trabalho), acabei não questionando esta "simples precaução", e fui direto para uma sala de estar. Sentado no sofá, havia um corpo. Um homem que parecia ter uns 30 anos estava morto, sentado com sua cabeça pendurada para trás sobre a almofada do sofá. Perturbadoramente o suficiente, um buraco muito grande atravessava todo seu estômago, assim como o sofá também. Fui até a parte de trás do sofá; entranhas, órgãos desmembrados e espumas ensanguentadas jogadas no carpete. Era muito fácil conseguir enxergar completamente através do buraco no sofá e do estômago do homem. Diante daquilo, eu mantive minha compostura, fiz algumas anotações e decidi seguir em frente.

 Caminhei lentamente por uma pequena cozinha até chegar ao banheiro, e sua porta estava aberta. Deitado dentro da banheira, estava o cadáver de outro homem, muito mais velho e massacrado do que o primeiro. Seu corpo estava rasgado da área genital até sua garganta, e a água da banheira estava com coloração vermelho-escuro (graças a quantidade de sangue que escorreu de dentro dele). Fiz mais algumas anotações, e já estava prestes a me virar e sair, quando de repente, ouvi um barulho estranho, como se fosse um pé pisando em uma poça molhada. Desesperado, olhei em volta mais uma vez, quando notei uma mão segurando a base do vaso sanitário. Andei em direção a ela até que vi, lá no canto do banheiro, agachado no espaço entre o vaso sanitário e a parede, um homem, com suas mãos sangrando.

 Ele correu pra fora do banheiro e bateu a porta ao sim, prendendo-a com uma cadeira. Fiquei parado, sem reação, ouvindo suas ações do outro lado da porta; objetos sendo arrastados freneticamente, respiração pesada e de repente.... silêncio. Aproveitando a oportunidade, dei um chute na porta e olhei em volta. Nada havia mudado, nenhum sinal de que aquele homem havia passado por aquele lugar. Havia, no entanto, um novo corpo deitado no chão da cozinha. Uma mulher, estranhamente famíliar, estava sem roupas e jogada de bruços no chão. Havia marcas de corte profundo passando por todo seu corpo; pernas, braços, barriga, seios, garganta e no rosto também. Seus olhos foram removidos, mas todo o corpo estava estranhamente limpo. Sem sangue, sem sinais de mutilação, além dos cortes profundos e de seus olhos perdidos.

 Antes que eu começasse a estudar o corpo, de repente, duas pálpebras se abriram, afundadas profundamente nos recessos dos buracos dos olhos da moça. Dentro de sua boca aberta e escancarada, outra boca se abriu e sorriu. Seus dedos tremiam ligeiramente. Agora, tudo fazia sentido; aquele homem havia assassinado a mulher, dissecado seu corpo e estava usando sua pele como uma espécie de terno. E aquele rosto familiar... Quando me dei conta, cai pra trás na mesma hora. “MÃE?!”. O homem se levantou lentamente, olhou pra mim com aquele sorriso horrível estampado em seu rosto, e gritou: "Não estou bonita, filho?!".

 E então, acordei.

Eae! Espero que tenham gostado do post, se gostaram comentem seu comentario ou opnião são muito importantes para noís do blog, e até a proxima postagem. =D

Dungeonland?!

Eae! vocês ja ouviram falar, sobre o jogo chamado DungeonLand ? e um jogo criado é produzido pela empresa brasileira, isso mesmo brasileira, Critical Studio e publicado pela Paradox Interactive, e um jogo de tipo point and click e RPG,o jogo em sí e muito dificil, emtão recomendo jogar com amigos que sejam, experientes no jogo, por que se um amigo noob jogar  no meio,  ele pode acabar atrapalhando tudo(rsrsr).
O Jogo está disponivel na Steam por 17,00 reais, esta baratim não?(rsrs), o jogo possue 3 classes : Mage,Warrior e Rogue, em tão escolha sua classe e comece a jogar hehe, e um jogo muito bom ,divertido jogando com os amigos claro. O jogo so esta disponivel na plataforma PC!


Espero que tenham gostado do post, é ate a proxima fuii...

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

!!! Nuclear !!! Chernobyl.....

Acidente nuclear de Chernobyl, oque aconteceu  que fez ser um dos, maiores desastres do mundo? vou tentar explicar tudo, nesse simples post.......

O acidente nuclear de Chernobil ocorreu dia 26 de abril de 1986, na Usina Nuclear de Chernobil (originalmente chamada Vladimir Lenin) na Ucrânia (então parte da União Soviética). É considerado o pior acidente nuclear da história da energia nuclear, produzindo uma nuvem de radioatividade que atingiu a União Soviética, Europa Oriental, Escandinávia e Reino Unido, com a liberação de 400 vezes mais contaminação que a bomba que foi lançada sobre Hiroshima.[1] Grandes áreas da Ucrânia, Bielorrússia e Rússia foram muito contaminadas,[2] resultando na evacuação e reassentamento de aproximadamente 200 mil pessoas.

Cerca de 60% de radioatividade caiu em território bielorrusso.

O acidente fez crescer preocupações sobre a segurança da indústria nuclear soviética, diminuindo sua expansão por muitos anos, e forçando o governo soviético a ser menos secreto. Os agora separados países de Rússia, Ucrânia e Bielorrússia têm suportado um contínuo e substancial custo de descontaminação e cuidados de saúde devidos ao acidente de Chernobil. É difícil dizer com precisão o número de mortos causados pelos eventos de Chernobil, devido às mortes esperadas por câncer, que ainda não ocorreram e são difíceis de atribuir especificamente ao acidente. Um relatório da Organização das Nações Unidas de 2005 atribuiu 56 mortes até aquela data – 47 trabalhadores acidentados e nove crianças com câncer da tiroide – e estimou que cerca de 4000 pessoas morrerão de doenças relacionadas com o acidente.[2] O Greenpeace, entre outros, contesta as conclusões do estudo.

O governo soviético procurou esconder o ocorrido da comunidade mundial, até que a radiação em altos níveis foi detectada em outros países. Segue um trecho do pronunciamento do líder da União Soviética, na época do acidente, Mikhail Gorbachev, quando o governo admitiu a ocorrência:

"Boa tarde, meus camaradas. Todos vocês sabem que houve um inacreditável erro – o acidente na usina nuclear de Chernobil. Ele afetou duramente o povo soviético, e chocou a comunidade internacional. Pela primeira vez, nós confrontamos a força real da energia nuclear, fora de controle."

A instalação da usina  de chernobyl está  situada no assentamento  de prypyat, na Ucrânia, 18 Km a noroeste da cidade de chernobil, 16 quilômetros da fronteira com a Bielorrúsia, a alguns quilômetros mas ou menos 110 Km ao norte  de Kiev. A usina era composta  por quatro reatores, cada um podendo produzir um gigawatt de energia  elétrica (3,2 gigawatts de energia térmica). em conjunto, os quatros os quatro reatores produziam cerca de 10% da energia elétrica utilizada pela Ucrânia na época do acidente.

 O acidente foi em um Sábado, 26 de abril de 1986, à 1:23:58 a.m. hora local, o quarto reator da usina de Chernobil - conhecido como Chernobil-4 - sofreu uma catastrófica explosão de vapor que resultou em incêndio, uma série de explosões adicionais, e um derretimento nuclear.

Existem duas teorias oficiais, mas contraditórias,sobre a causa do acidente. A primeira foi publicada em agosto de 1986, e atribuiu a culpa, exclusivamente, aos operadores da usina. A segunda teoria foi publicada em 1991 e atribuiu o acidente a defeitos no projeto do reator RBMK, especificamente nas hastes de controle. Ambas teorias foram fortemente apoiadas por diferentes grupos, inclusive os projetistas dos reatores, pessoal da usina de Chernobil, e o governo. Alguns especialistas independentes agora acreditam que nenhuma teoria estava completamente certa. Na realidade o que aconteceu foi uma conjunção das duas, sendo que a possibilidade de defeito no reator foi exponencialmente agravado pelo erro humano.

Porém o fator mais importante foi que Anatoly Dyatlov, engenheiro chefe responsável pela realização de testes nos reatores, mesmo sabendo que o reator era perigoso em algumas condições e contra os parâmetros de segurança dispostos no manual de operação, levou a efeito intencionalmente a realização de um teste de redução de potência que resultou no desastre. A gerência da instalação era composta em grande parte de pessoal não qualificado em RBMK: o diretor, V.P. Bryukhanov, tinha experiência e treinamento em usina termoelétrica a carvão. Seu engenheiro chefe, Nikolai Fomin, também veio de uma usina convencional. O próprio Anatoli Dyatlov, ex-engenheiro chefe dos Reatores 3 e 4, somente tinha "alguma experiência com pequenos reatores nucleares".

 Em particular:

 O reator tinha um fração de vazio positivo perigosamente alto. Dito de forma simples, isto significa que se bolhas de vapor se formam na água de resfriamento, a reação nuclear se acelera, levando à sobrevelocidade se não houver intervenção. Pior, com carga baixa, este coeficiente a vazio não era compensado por outros fatores, os quais tornavam o reator instável e perigoso. Os operadores não tinham conhecimento deste perigo e isto não era intuitivo para um operador não treinado.

 Um defeito mais significativo do reator era o projeto das hastes de controle. Num reator nuclear, hastes de controle são inseridas no reator para diminuir a reação. Entretanto, no projeto do reator RBMK, as pontas das hastes de controle eram feitas de grafite e os extensores (as áreas finais das hastes de controle acima das pontas, medindo um metro de comprimento) eram ocas e cheias de água, enquanto o resto da haste - a parte realmente funcional que absorve os nêutrons e portanto pára a reação - era feita de carbono-boro. Com este projeto, quando as hastes eram inseridas no reator, as pontas de grafite deslocavam uma quantidade do resfriador (água). Isto aumenta a taxa de fissão nuclear, uma vez que o grafite é um moderador de nêutrons mais potente. Então nos primeiros segundos após a ativação das hastes de controle, a potência do reator aumenta, em vez de diminuir, como desejado. Este comportamento do equipamento não é intuitivo (ao contrário, o esperado seria que a potência começasse a baixar imediatamente), e, principalmente, não era de conhecimento dos operadores.

 Os operadores violaram procedimentos, possivelmente porque eles ignoravam os defeitos de projeto do reator. Também muitos procedimentos irregulares contribuíram para causar o acidente. Um deles foi a comunicação ineficiente entre os escritórios de segurança (na capital, Kiev) e os operadores encarregados do experimento conduzido naquela noite.

 É importante notar que os operadores desligaram muitos dos sistemas de proteção do reator, o que era proibido pelos guias técnicos publicados, a menos que houvesse mau funcionamento.

 De acordo com o relatório da Comissão do Governo, publicado em agosto de 1986, os operadores removeram pelo menos 204 hastes de controle do núcleo do reator (de um total de 211 deste modelo de reator). O mesmo guia (citado acima) proibia a operação do RBMK-1000 com menos de 15 hastes dentro da zona do núcleo.

 Em tão pessoal e isso espero que tenham gostado do post,e se sentirem um mutação estranha no corpo, vá o mais rapido para chernobyl la e seu lugar (RsRs) ate....

Fonte:http://pt.wikipedia.org

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Combustão Humana Espontânea (CHE)

CHE – Combustão Humana Espontânea

O que é a combustão Humana? é um suposto fenômeno no qual o corpo de uma pessoa entra em combustão, não provocada por uma fonte externa de ignição, através do calor gerado por reações internas, tanto de origem química quanto nuclear.

O fenômeno nunca foi testemunhado pessoalmente, mas várias mortes foram atribuídas a CHE(Combustão humana espontânea), por investigadores e contadores de histórias.

Há centenas de relatos atribuídos a CHE nos últimos 300 anos, porém poucas delas foram analisadas por especialistas.

A possibilidade do corpo humano entrar em combustão espontaneamente, é muito pouca, pelo fato do corpo ser formado por água, e apesar de ter metano e gordura, é muito difícil queimar um corpo; por exemplo, requer temperaturas da ordem de 900 °C.

Um dos primeiros relatos de CHE é de autoria do anatomista dinamarquês Thomas Bartholim, que, em 1663, descreveu como uma mulher, em Paris, "foi reduzida a cinzas e fumaça" sem que o colchão de palha em que dormia, fosse danificado pelo fogo.

Logo depois, o francês Jonas Dupont relatou uma séries de casos semelhantes, na obra, ``De Incendiis Corporis Humani Spontaneis´´. Do latim (Da queima do corpo humano do próprio espontâneo), (1673).

Principais Características da CHE;
• A vítima é quase completamente consumida pelas chamas, geralmente no interior da própria residência.

 • Os primeiros a encontrar os corpos carbonizados relatam ter percebido o cheiro de uma fumaça adocicada nos cômodos onde o fenômeno ocorrera.

 • Os corpos carbonizados apresentam as extremidades (mãos, pés e/ou parte das pernas) intactas, mesmo que o dorso e a cabeça estivessem irreconhecíveis.

 • O cômodo onde o corpo é encontrado mostra pouco ou nenhum sinal de fogo, salvo algum resíduo na mobília ou nas paredes.
 Em casos raros

• Os órgãos internos da vítima permaneciam intactos, enquanto a parte externa era carbonizada.

 • Alguns sobreviventes desenvolveram queimaduras estranhas no corpo, sem razão aparente para tal, ou emanaram fumaça sem que existisse fogo por perto.

Então é isso pessoal, espero que tenham gostado do post, e se sentirem algum cheirinho de fumaça corram pra debaixo do chuveiro ^.-

Fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal

CANTO DOS MALDITOS NA TERRA DO NUNCA


CANTO DOS MALDITOS NA TERRA DO NUNCA

Andréa Martins faz música desde pequena. “Eu costumava escrever umas coisas e cantava. Quando aprendi a tocar violão, senti necessidade de musicar aquilo que vinha na cabeça.” Da cabeça da vocalista passando por sua voz e direto para as mãos de Helinho, Danilo, David e Leo, a melodia do Canto dos Malditos na Terra do Nunca nasce inesperada, com vida própria. “Parece que tudo vai sendo gravado na cabeça, no inconsciente, e de repente sai. Tem melodia que chega batendo brutal no peito”, diz Andréa. A banda existe desde 2003. Depois de 2 Eps gravados, abertura para os gringos do Placebo e presença no Banda Antes MTV, a banda finalmente registra sua estréia oficial em estúdio. Em outubro de 2006, é lançado nas lojas pela Warner Music “Canto dos Malditos na Terra do Nunca”. As 12 faixas foram compostas por Andréa (uma delas feita em parceria com Helinho) e produzidas por Carlos Eduardo Miranda e Tomaz Magno. O cd traz as músicas dos dois Eps acompanhadas por mais duas inéditas, sendo uma delas “Descansar”, com participação do irmão de Andréa, Ronei Jorge. As letras sobre um amor maldito, o vocal feminino grave e as microfonias inquietas se juntaram em palcos pelo país, fazendo render a indicação para o prêmio de banda revelação do Video Music Brasil 2006 da MTV, com o clipe de “Olha Minha Cara”. Além da indicação, a audiência da MTV colocou o clipe entre os mais pedidos da programação diária da emissora por mais de três meses. Se em 2006 o Canto dos Malditos fez uma estréia corajosa, sincera e intrigante, 2007 já começa surpreendente.
Em janeiro desse ano, o CMTN estreou o cd homônimo oficialmente no ciberespaço, com uma Tour Virtual de seis shows no teatro da Rádio Mix. As apresentações foram transmitidas ao vivo pela internet e assistidas por mais de 14 mil internautas. Ainda no mesmo mês, a banda abriu para os americanos do Simple Plan no Rio de Janeiro e em São Paulo. Mas foi no Festival de Verão de Salvador que o CMTN ouviu suas músicas na voz de mais de 3 mil pessoas. E pra Andréa, qual é a sensação de subir no palco e vivenciar isso? “Fico pensando: nossa, eu fiz essas letras no meu quarto, num momento íntimo, e agora isso tá na boca das pessoas. Eu fiz a música a partir de uma sensação e estou provocando outra nas pessoas, é incrível.” Se fazer dueto com o público é compartilhar uma emoção ao mesmo tempo íntima e coletiva, como foi pra vocalista cantar “Luz dos Olhos” com Nando Reis no Luau MTV? “Não acreditei quando me falaram que ia rolar. Na hora que estávamos contando juntos, senti até um desconforto no começo, pela importância do momento. Depois, não queria mais que a música acabasse.” O CMTN estourou num espaço curto de tempo. Com sabor de princípio cartesiano, Andréa arrisca uma explicação: “Não faço música programada, faço musica porque sinto.” P.S.: “Canto dos Malditos” vem do título do livro escrito por Austregésilo Carrano Bueno, que inspirou o filme “Bicho de Sete Cabeças”. “Terra do Nunca” é o famoso reduto do personagem clássico Peter Pan.
Quando a banda foi fundada, eles tinham o objetivo de irem morar em São Paulo. Depois que a banda atingiu um certo sucesso na capital paulista, a inviabilidade da ida para São Paulo acabou por encerrar as atividades da banda. No fotolog da banda disseram que cada um iria seguir sua carreira e que todos se dão bem. No dia 7 de fevereiro de 2012 a banda anuncia a promoção de um show de reunião a ser realizado com formação original, após 4 anos de sua dissolução. O evento ocorre no dia 3 de março de 2012, no Groove Bar, em Salvador.


Bem pra encerrar o post, depois dessa história da CMTN, vou deixar vcs com o Álbum. =D


Cantos dos Malditos na Terra do Nunca
Álbum: Canto dos Malditos na Terra do Nunca

Dload

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Paralisia do Sono

Paralisia do Sono

Paralisia do Sono é uma condição caracterizada por uma paralisia temporária do corpo imediatamente após o despertar ou, com menos freqüência, imediatamente antes de adormecer.


Paralisia do Sono

 Acordei uma noite, deitado de bruços na minha cama, incapaz de me mover . Isso já tinha acontecido muitas vezes comigo. Me foi dito por um médico que era paralisia do sono, e que poderia ser desencadeada por alterações no padrão do sono, estresse, dormir em uma determinada posição, comer certas coisas antes de ir para a cama, o consumo de álcool, e etc. Às vezes , eu via coisas. Elas variavam de gatinhos inocentes na minha porta para demônios terríveis que arranham a minha pele. Isto era chamado de alucinações hipnagógicas, e eram aparentemente normais, segundo o que me foi dito. Apenas uma perturbação no ciclo REM , nada a temer ... Esta noite em especial, e os acontecimentos que se seguiram, foram diferentes.

A janela do meu lado estava aberta, uma brisa fria soprou as cortinas acima de mim. Eu não tinha ido para a cama com a minha janela aberta. Eu senti como se estivesse sendo vigiado. Através da minha visão periférica, eu vi uma menina em pé na minha janela. Ela tinha cabelos pretos com aparência de pele bem suave, e justamente, usava um vestido branco. Sorrindo muito, ela apertou o dedo nos lábios.

 "Shhh!" Ela riu e em seguida a janela se fechou brutamente. De repente, senti um peso enorme nas minhas costas, eu não consegui mais respirar. Longos fios negros de cabelo, pingando em óleo, estendiam-se sobre o meu rosto de ambos os lados. Duas mãos frias e úmidas entrelaçaram nas minhas, dedos ossudos interligados com os meus. Então empurrou meu corpo contra a cama, forçando meu rosto contra o travesseiro.
Eu ouvi um sussurro fraco. Ele ficou mais alto e mais rápido, até que ele era tão alto que meus ouvidos doíam. As palavras eram afiadas e rápidas, como uma espada sendo desembainhada. É difícil descrever a voz, ou vozes que ouvi. Era como um canto em Latim, mas cantado ao contrário, com um som musical deformado e distorcido. Violinos arranhados, batidas frenéticas de um piano, e um assobio constante das palavras "suicídio" e "silêncio". Isso tudo aconteceu de uma vez, e continuou durante o que pareceu horas. E eu continuava lá, paralisado. Eu ainda podia sentir o seu corpo frio, molhado contra o meu. Eu não queria pensar sobre a criatura, eu só podia imaginar como aterrorizante ela parecia. É a voz era suficiente para me enlouquecer. Eu comecei a me sentir fraco, como se eu fosse cair em uma espécie de sono profundo. Minha respiração ficou mais lenta e mais espaçada. Lábios frios roçaram minha nuca e uma mão ainda mais fria acariciou minha bochecha. A criatura então emitiu um grito horrível, terrivelmente de gelar a espinha antes de finalmente me libertar.O peso foi retirado de minhas costas. Não havia mais sussurros . Havia finalmente terminado.

 Rolei na cama e pulei para o chão, correndo para o interruptor de luz. Parecia ter levando mais tempo do que o habitual. Algo ainda não estava certo. Eu acendi a luz e olhei ao redor do meu quarto. Tudo estava em seu lugar. Abri a porta e olhei para fora. Dois gatinhos siameses de olhos azuis sentados no fim do corredor. Eu podia ouvi-los ronronar em uníssono. Algo estava muito errado, poiso eu não possuía nenhum gatinho siamês, quanto mais, dois ... Caminhei lentamente em direção a eles. Eles pareciam bastante inocente, afinal de contas, eles eram uma mudança e tanto do que quando aquele demônio tinha me prendido em minha própria cama. Abaixei-me e olhei para eles. Eles olharam para mim, miando e inclinando a cabeça para o lado. Eu estendi minha mão. Ambos os gatinhos começou a lamber meus dedos. Alucinações ou não, eles eram adoráveis. Tentei pegar um deles, mas os dois miaram agressivamente e com um movimento rápido de sua pata, cortou meu rosto. Deixei os dois gatinhos, e eles sumiram para longe com o pelo das costas eriçado.

 E então do nada, como num piscar de olhos eu estava de volta na minha cama. Era como se nada tivesse acontecido. Rolei na cama e me levantei lentamente antes de ligar a luz do quarto. Desta vez, tudo estava normal. Sem gatinhos estranhos. Eu estava realmente acordado neste momento. Caminhei pelo corredor até o banheiro. Acendi a luz e olhei para o espelho. Para meu horror, meu pijama estavam manchados de graxa preta, e eu tinha três marcas de garras na minha bochecha, com sangue ainda fresco. Entrei em pânico. Eu ainda estava preso no meu pesadelo? Ou será que tudo foi real? Ambos os pensamentos me aterrorizava . Eu só me lembro de cair no chão do banheiro.

 Eu acordei em uma cama de hospital. Meu irmão mais novo tinha me encontrado no banheiro, e avisou meus pais, que me levaram rapidamente para o hospital.
"Mas que merda aconteceu?" Perguntei.
"Olha esse língua, Carl!" Minha mãe disse.
"Você caiu no banheiro e se nocauteou".
Meu irmãzinho Timothy respondeu.
"Nem fudendo" Eu murmurei entre minha respiração.
Meu pai riu, e minha mãe deu uma cotovelada nele, dando-lhe um olhar severo. O médico explicou que eu tinha caído e batido a cabeça, resultando em uma pequena concussão. Eu não bati a cabeça forte o suficiente, pois eu ainda me lembrava de tudo o que tinha acontecido.Estremeci. No caminho para casa, sentei-me no banco de trás do carro com o meu irmãozinho. Eu quis dizer a alguém o que tinha acontecido levando-me até meu colapso no banheiro, mas eu sabia que ninguém ia levar a sério. Eles sabiam sobre os problemas que tinha com a paralisia do sono no passado, mas levaram com um grão de sal no mar. Eram nada mais do que pesadelos bobos para eles. Eu fiquei em silêncio no caminho de casa e no resto do dia. Eu ficava mais cansado à cada minuto que se passava. Cada minuto que passava era mais um minuto mais perto do cair da noite, que seria quando eu estaria indo para a cama. Decidi não dormir naquela noite. Ou na noite seguinte. Ou a seguinte aquela...

 Depois de ficar acordado por quase dez dias seguidos, meus pais me levaram de volta para ver o médico. Ele me receitou alguns comprimidos para dormir. No início, eu estava com medo de usa-los. Eu não queria ir dormir e ter que passar por todo aquele horror novamente. Mas o meu corpo e mente estavam esgotados, então eu cedi que naquela noite eu tomaria, então tomei duas. Eu dormi durante a noite toda e acordei com facilidade. Alívio em cima de mim. Cada noite, tomava os comprimidos e adormecia. Nas manhãs, eu acordava sem incidentes. Esta paz continuou por meses. A paralisia do sono parecia uma memória distante.

Um dia , cheguei em casa mais cansado que o habitual. Ainda era cedo, três da tarde, mas resolvi tirar um cochilo. Parecia bastante inofensivo. Eu me deitei em minha cama e adormeci. Acordei uma hora mais tarde. Bocejei e rolei para o lado da cama. Levantei-me e me estiquei por alguns segundos. De repente, ouvi meu irmão gritando.
"Carl! Carl! Tem algo no meu quarto! Me ajuda, me ajuda!"
 Eu corri pelo corredor até o quarto de Timothy. O que vi me encheu de horror. A criatura fêmea, encharcada em algum tipo de tinta preta ou graxa, espalhada através da janela e no chão. O corpo dela estava dobrado em uma forma desumana, ossos estralando enquanto aquilo se movia pelo chão. O Líquido negro corria de sua boca e olhos, enquanto sussurrava e fazia um barulho de borbulhar, arrastando-se pelo chão em direção ao meu irmãozinho. Eu gritei e agarrei-o pela mão. Nós corremos para fora do quarto, batendo a porta atrás de nós. Eu gritei por minha mãe e meu pai, mas não ouve resposta. Não deviam estar em casa. Eu levei meu irmão para o meu quarto e tranquei a porta. Eu podia ouvir os ossos da criatura rangendo enquanto se movia pelo corredor nos seguindo. Ela parou na porta. A porta começou a tremer violentamente. Eu gritava, segurando o meu irmão perto de mim.

 "Faça isso parar!" Tymothy chorava sem parar. Eu não sabia o que fazer. O choro do meu irmão me devastava, mas a criatura no outro lado da porta me aterrorizava do fundo do meu peito. "Por favor, por favor, faça parar!"
Eu não conseguia lidar mais com aquilo. Em um surto de adrenalina e insaniedade, eu parti pra cima e abri a porta com rispidez. A criatura torceu a cabeça pra cima e olhou pra mim. Sorriu com os dentre negros e quebrados. "Lembra de mim?” Sussurrou. A voz afiada se destorceu e ecoou pelo quarto, Tymothy tapou os ouvidos com as mãos e sacudiu a cabeça.Olhei para a criatura,chacoalhando de ódio e medo. Ela gritou, com o liquido preto escorrendo pela boca como uma fonte, me encharcando. Tymothy começou a soluçar incontrolavelmente. Chutei uma vez, duas, três vezes , quatro vezes ...

 Ela ficou no chão, "enrolada" como uma aranha esmagada e seca em uma pilha de lama negra. Era o fim. Havia finalmente terminado. Eu joguei meus braços em volta do meu irmão e ri. Tinha acabado! finalmente acabado!

Eu acordei na minha cama. Tymothy dormia do meu lado em posição fetal chupando o dedo. Eu rolei com cuidado pela cama e andei pelo quarto. Liguei a luz. Dois gatinhos siameses com olhos azuis estavam do lado do meu irmão, ronronando. Meu coração deu um salto. Eu olhei para minhas roupas, e elas estavam totalmente manchadas e úmidas em preto. Eu senti algo como uma picada na minha bochecha.

 O som de sussurros e ossos rangendo ecoaram pelo quarto. Eu cai no chão, paralisado.


Fonte:
http://creepypastabrazil.blogspot.com.br